Andorinha-azul – (Progne subis)

A andorinha-azul Progne subis é uma ave passeriforme da família Hirundinidae. Espécie migrante, encontrada em todo o Brasil.

Andorinha-azul {field 20}
  • Nome popular: Andorinha-azul
  • Nome inglês: Purple Martin
  • Nome científico: Progne subis
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Espécie migrante. Ocorre em todo o Brasil, e também desde o Canadá até á Argentina.
  • Alimentação: Alimentam-se basicamente de insetos, capturados em voo. São ágeis caçadoras e comem uma variedade de insetos alados. Raramente, procuram alimento no chão. Tem como um dos principais alimentos, formigas invasoras – Solenopsis invicta e elas podem constituir uma porção significativa de sua dieta.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo ninhos em cavidades, naturais ou artificiais, costumam fazer uso de cavidades naturais, como buracos velhos de pica-paus em árvores ou cactos saguaro. Sua área de reprodução são áreas abertas em toda a América do Norte e também alguns locais na costa oeste da Colômbia Britânica ao México. Em muitos lugares, os humanos colocam cabaças vazias reais ou artificiais, ou casas para andorinhas, especialmente no sudeste, onde andorinhas-azuis são quase inteiramente dependentes de tais estruturas. Como resultado, esta espécie tipicamente se reproduz em colônias localizadas na proximidade de pessoas, mesmo dentro das cidades e vilas. Isso faz com que sua distribuição seja desigual, já que geralmente estão ausentes de áreas onde nenhum local de ninho é fornecido.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
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Características:

Mede em média 20 cm de comprimento. Os adultos têm uma cauda levemente bifurcada. Os machos adultos são totalmente negros com brilho azul metálico, a única andorinha na América do Norte com essa coloração. As fêmeas adultas são escuras no topo com algum brilho azul metálico e partes inferiores mais claras. As fêmeas juvenis são parecidas com as fêmeas adultas, menos o brilho azul-celeste e o metálico nas costas. Os machos jovens se parecem muito com as fêmeas, mas penas negras/azuis sólidas emergem em seu peito em um padrão aleatório manchado à medida que mudam para sua plumagem adulta.

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Comentários:

Migração Encontradas na América do Norte na primavera para se reproduzir. A migração da primavera é um pouco desconcertada, com chegadas em áreas do sul, como a Flórida e o Texas, em janeiro, mas aparecendo no norte dos Estados Unidos em abril e no Canadá em maio. Os machos geralmente chegam ao local antes das fêmeas. A migração de outono também é escalonada, pois as aves seguem para o sul quando a época de reprodução termina. Alguns pássaros saem já em julho e outros permanecem até outubro. Geralmente migram por terra, através do México e da América Central. Quando não estão reproduzindo, formam grandes bandos e se reúnem em grande número. Esse comportamento começa logo antes da migração para o sul e continua nos terrenos de invernada.

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Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências