Andorinha-serradora – (Stelgidopteryx ruficollis)

A andorinha-serradora é uma ave passeriforme da família Hirundinidae, conhecida também como andorinha-serradora-do-sul e andorinha-serrador. Ocorre desde a Costa Rica e Panamá aos demais países da América do Sul, com exceção do Chile.
Andorinha-serradora {field 5}
  • Nome popular: Andorinha-serradora
  • Nome inglês: Southern Rough-winged Swallow
  • Nome científico: Stelgidopteryx ruficollis
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Ocorre da América Central à Argentina e em todo o Brasil. No sul do país é migratória. Encontrada também da Costa Rica e Panamá aos demais países da América do Sul, com exceção do Chile.
  • Alimentação: Alimentam-se basicamente de plâncton aéreo, comendo cupins, formigas, moscas e até abelhas. São aves entomófagas
  • Reprodução: Constrói o ninho em buracos de barrancos, às vezes em colônias espalhadas ao longo de rios ou em cortes de estradas. A construção é uma cama solta de capim, folhas e penas. Aproveita caibros em baixo das telhas e entre forros e em cavidades em construções humanas. Há uma tendência de alguns casais nidificarem juntos. Os ovos são chocados pela fêmea.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinha-serradora {field 5}
Características:

Mede em torno de 14 cm, pesando aproximadamente 14 gramas. A cauda é quase retangular, a garganta cor de canela-avermelhada contrasta com a cor de fuligem dos lados da cabeça, do lado superior todo e do peito. O abdômen e as coberteiras inferiores da cauda são amarelo-pálido.

Possui quatro subespécies:
  • Stelgidopteryx ruficollis ruficollis (Vieillot, 1817) – ocorre no Sudeste da Colômbia até as Guianas, Brasil e Norte da Argentina;
  • Stelgidopteryx ruficollis uropygialis (Lawrence, 1863) – ocorre nas terras baixas do Caribe em Honduras e Nicarágua até o Noroeste do Peru;
  • Stelgidopteryx ruficollis decolor (Griscom, 1929) – ocorre na Costa do Oceano Pacífico na Costa Rica e no Panamá;
  • Stelgidopteryx ruficollis aequalis (Bangs, 1901) – ocorre no Norte da Colômbia e na Venezuela.
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Comentários:

Ocupa áreas abertas e clareiras, sendo mais numerosa próximo à água. Vive em pequenos grupos, empoleirada em galhos mortos ou fios. Tenta voar contra o vento. O casal costuma dormir junto no ninho. Torna-se inquieta ao amanhecer e ao anoitecer.

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Referências & Bibliografia:
  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • Wikiaves – disponível em: https://www.wikiaves.com.br/wiki/andorinha-serradora Acesso em 18 Março de 2011.
  • Wikipédia – disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/Southern_rough-winged_swallow Acesso em 31 de Outubro de 2011.

Andorinha-pequena-de-casa – (Pygochelidon cyanoleuca)

A Andorinha-pequena-de-casa Pygochelidon cyanoleuca é uma ave da família Hirundinidae. Ocorre desde a Costa Rica até a Terra do Fogo e em todo o Brasil.
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  • Nome popular: Andorinha-pequena-de-casa
  • Nome inglês: Blue-and-white Swallow
  • Nome científico: Pygochelidon cyanoleuca
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Ocorre desde a Costa Rica até a Terra do Fogo, e em todo o Brasil.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos, que caça no ar, durante o voo.
  • Reprodução: Usam buracos em barrancos, escarpas e rochas tanto para nidificar quanto para pernoitar. Ocupa também frestas de telhados ou qualquer outro espaço em nossas construções. O ninho é uma tigela feita de palha, as vezes cimentada com fezes de gado e recoberta por penas. Os ovos, geralmente de 3 a 5, são incubados pela fêmea enquanto o macho a alimenta. O casal se reveza na alimentação dos filhotes.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
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Características:

Mede cerca de 13 centímetros, as partes superiores são azul-metálicas, mas dependendo da incidência da luz parecem negras. As asas e a cauda são negras, inclusive nas partes inferiores. A região negra da parte inferior da cauda vai até a altura da cloaca.

Possui três subespécies:
  • Pygochelidon cyanoleuca cyanoleuca (Vieillot, 1817) – ocorre desde a Costa Rica até a Venezuela, no Brasil e no Norte da Argentina;
  • Pygochelidon cyanoleuca peruviana (Chapman, 1922) – ocorre na região costeira do Peru; em La Libertad até Arequipa;
  • Pygochelidon cyanoleuca patagonica (Orbigny & Lafresnaye, 1837) – ocorre na região Central do Chile e Argentina até a Terra do Fogo.
Andorinha-pequena-de-casa {field 5}
Comentários:

Vive a maior parte do dia voando, só pousando em árvores, antenas e fios de eletricidade para descansar ou quando o tempo está ruim. Às vezes é vista fazendo voos rasantes sobre lagos para beber água. Tem grande afinidade pelas habitações humanas. Muitas vezes são vistas voando dentro de grandes igrejas, e por isto são muito respeitadas. Faz seus ninhos em cavidades, próximos uns dos outros, formando colônias. Gostam de pousar em fios elétricos, em grande número. Algumas não gostam muito do frio e migram para passar o inverno em outras regiões mais ao norte. Têm um voo um pouco irregular, já que ficam para lá e para cá procurando insetos.

Andorinha-pequena-de-casa {field 5}
Referências & Bibliografia:
  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • Wikiaves – disponível em: https://www.wikiaves.com.br/wiki/andorinha-pequena-de-casa Acesso em 18 Março de 2011.
  • Wikipédia – disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pygochelidon_cyanoleuca Acesso em 31 de Outubro de 2011.

Andorinha-do-rio – (Tachycineta albiventer)

A andorinha-do-rio Tachycineta albiventer é uma ave da família Hirundinidae. Conhecida como andorinha-ribeirinha. Ocorre em quase todo o Brasil e também no Caribe e partes da América do Sul.

Andorinha-do-rio {field 20}
  • Nome popular: Andorinha-do-rio
  • Nome inglês: White-winged Swallow
  • Nome científico: Tachycineta albiventer
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Ocorre na maior parte do Brasil, exceto no extremo sul.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos, libélulas, moscas e besouros, cupins e formigas aladas; capturados em voo mutas vezes próximo à água. Pousa nas galhadas parcialmente submersas ou raízes saindo de barrancos.
  • Reprodução: Constrói os ninhos no barranco do rio, às vezes em ninhos abandonados de martim-pescador. Constrói uma tigela no buraco usando capins e materiais macios.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
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Características:

Mede em média 14 centímetros e pesa de 20 a 21 gramas. A coloração do alto da cabeça e do dorso vai do azul-esverdeado ao azul metálico brilhante. O baixo dorso, o lado ventral e as margens das secundárias internas são brancos; o par externo das retrizes com branco.

Andorinha-do-rio {field 7}

Comentários:

Vive solitária ou aos pares e é eventualmente avistada em pequenos bandos de 12 ou mais indivíduos. No Sul é localmente migratória, não sendo avistada durante o inverno, quando migra para regiões mais quentes ao Norte. Espécie diurna, vive geralmente aos pares ou em pequenos grupos, empoleirando-se em galhos logo acima da água; o casal costuma dormir junto no ninho. Torna-se inquieta ao amanhecer e ao anoitecer, aumentando seu piar e grinfar até ocupar o lugar de dormir.

Andorinha-do-rio {field 7}

Referências & Bibliografia:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • Wikiaves – disponível em: https://www.wikiaves.com.br/wiki/andorinha-do-rio Acesso em 28 Março de 2011.
  • Wikipédia – disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tachycineta_albiventer Acesso em 13 de Agosto de 2011.

Andorinha-de-dorso-acanelado – (Petrochelidon pyrrhonota)

A andorinha-de-dorso-acanelado Petrochelidon pyrrhonota é uma ave da família Hirundinidae. Espécie migrante, ocorre no Brasil entre os meses de setembro e abril.

Andorinha-de-dorso-acanelado {field 12}
  • Nome popular: Andorinha-de-dorso-acanelado
  • Nome inglês: Cliff Swallow
  • Nome científico: Petrochelidon pyrrhonota
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Ocorre desde o Alaska por toda a América do Norte, Central, e do Sul até a Argentina.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de Insetos, como besouros, formigas voadoras, vespas e gafanhotos. Persegue enxames de insetos com a sua pequena boca aberta.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo ninhos em penhascos, desfiladeiros, pontes ou edifícios nidifica em colônias. Põe em média entre 4 e 5 ovos que são incubados de 14 a 16 dias. Atinge a maturidade sexual com cerca de 1 ano. O período de reprodução vai de abril a agosto. Tem até 3 ninhadas por temporada.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
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Características:

Mede em média 14 cm de comprimento e pesa de 20 a 28 gramas. O adulto tem um azul iridescente nas costas e na coroa, possui asas e cauda marrons. A nuca e a testa são brancas. A barriga é branca, exceto para a garganta avermelhada. Possui cauda quadrada.

Possui quatro subespécies:

  • Petrochelidon pyrrhonota pyrrhonota (Vieillot, 1817) – ocorre no Norte e Centro do Alaska até o Sul dos Estados Unidos da América; no inverno, pode ser encontrado na América do Sul;
  • Petrochelidon pyrrhonota tachina (Oberholser, 1903) – ocorre no Sudoeste dos Estados Unidos da América; no invermo migra para a América do Sul;
  • Petrochelidon pyrrhonota ganieri (A. R. Phillips, 1986) – ocorre no Sul dos Estados Unidos da América a Oeste dos Montes Apalaches, (do estado de Tennessee até o estado do Texas); no inverno migra para a América do Sul;
  • Petrochelidon pyrrhonota melanogaster (Swainson, 1827) – ocorre do Sudoeste do Arizona e Novo México até o estado de Oaxaca no México; no inverno migra para a América do Sul.
Andorinha-de-dorso-acanelado {field 21}

Comentários:

Frequenta regiões campestres, varjões e fazendas. Em meio aos seus grandes agrupamentos é relativamente comum a presença de outras espécies de andorinhas. São aves filopátricas, ou seja, tendem a voltar sempre aos mesmos locais para se reproduzir durante toda a vida. Espécie migrante. Vem do Norte, aparece entre setembro e abril nos mesmos locais e habitats da andorinha-do-barrancoRiparia riparia, em grandes bandos, às vezes associada à andorinha-de-sobre-brancoTachycineta leucorrhoa e à andorinha-de-bandoHirundo rustica.

Andorinha-de-dorso-acanelado {field 21}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Andorinha-de-bando – (Hirundo rustica)

A andorinha-de-bando Hirundo rustica é uma ave da família Hirundinidae. Ocorre na Europa, África, Ásia, Américas e norte da Austrália.

Andorinha-de-bando {field 11}
  • Nome popular: Andorinha-de-bando
  • Nome inglês: Barn Swallow
  • Nome científico: Hirundo rustica
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Pode ser encontrada na Europa, África, Ásia, Américas e norte da Austrália. Ocorre periodicamente em todo o Brasil. Suas migrações estendem-se na América do Sul até a Terra do Fogo, na Argentina.
  • Alimentação: Alimenta-se exclusivamente de insetos, que captura em pleno voo, uma vez que migra para climas com abundância de insetos voadores.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo ninhos fechados em forma de taça com lama e palha em celeiros, estábulos ou outros locais semelhantes, às vezes em colônias.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinha-de-bando {field 25}

Características:

Mede em média 15 cm de comprimento. Tem a parte superior da cabeça e do corpo azuladas, uma cauda comprida profundamente bifurcada e asas curvadas e pontiagudas.

Possui oito subespécies reconhecidas:

  • Hirundo rustica erythrogaster (Boddaert, 1783) – ocorre do Alasca e Canadá até o Sul do México; no inverno pode ser encontrada na América do Sul até a Argentina;
  • Hirundo rustica gutturalis (Scopoli, 1786) – ocorre da cordilheira do Himalaia, até a Península de Kamchatka, através da China, Coréia e Japão; no inverno pode ser encontrada até o Norte da Austrália;
  • Hirundo rustica rustica (Linnaeus, 1758) – ocorre da Europa até o Oeste da Ásia, desde a Irlanda e Escandinávia até a Russia, Oeste da Mongólia e Oeste da China; ocorre no Mediterrâneo até o Iraque e no Norte da África;
  • Hirundo rustica saturata (Ridgway, 1883) – ocorre no Leste da Rússia, na Península de Kamchatka, no inverno atinge o Sudeste Asiático;
  • Hirundo rustica savignii (Stephens, 1817) – ocorre no Egito, no vale do Rio Nilo;
  • Hirundo rustica transitiva (Hartert, 1910) – ocorre no Líbano e na Síria, no Vale do Rio Jordão;
  • Hirundo rustica tytleri (Jerdon, 1864) – ocorre da região Central da Sibéria até o Norte da Mongólia; no inverno atinge o Leste da Índia e o Sudeste Asiático;
  • Hirundo rustica mandschurica (Meise, 1934) – ocorre no Nordeste da China e no inverno atinge o Sudeste Asiático.

(Clements checklist, 2014).

Andorinha-de-bando {field 25}

Comentários:

Frequentam regiões campestres, varjões e fazendas, apresentando preferência por plantações de cana-de-açúcar. Em meio aos seus grandes agrupamentos é relativamente comum a presença de outras espécies de andorinhas como andorinha-do-campo, andorinha-de-dorso-acanelado, andorinha-de-sobre-branco e andorinha-do-barranco. São aves filopátricas, ou seja, tendem a voltar sempre aos mesmos locais para se reproduzir durante toda a vida. É a espécie de andorinha mais amplamente distribuída no mundo.

Andorinha-de-bando {field 25}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Andorinha-chilena – (Tachycineta leucopyga)

A andorinha-chilena Tachycineta leucopyga é uma ave da família Hirundinidae. Ocorre no Brasil, Chile, Bolivia, Paraguai e Argentina.

Andorinha-chilena {field 20}
  • Nome popular: Andorinha-chilena
  • Nome inglês: Chilean Swallow
  • Nome científico: Tachycineta leucopyga
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Ocorre no Brasil, nos estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Migra durante o inverno austral para a regiões Sul e Sudeste entre julho e setembro. Encontrado também no Chile, Bolivia, Paraguai e Argentina.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos, caçados em voo.
  • Reprodução: Reproduz-se na Patagônia, Argentina e Chile.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinha-chilena {field 11}

Características:

Mede em média 12 cm de comprimento e pesa cerca de 17 g. Tem as partes superiores de coloração azul metálico profundo, com a rabadilha na cor branca; algumas penas na rabadilha podem ter uma pequena mancha escura ao longo do eixo. A parte inferior da cauda é negra. O loro é negro, embora, por vezes, existam algumas penas brancas sobre o bico; a região auricular é preta com um brilho azul. As penas do peito inferior, especialmente aquelas no flanco, têm bases escuras, que as vezes produzem uma marca escura estreita nos lados do peito. As rêmiges primárias são preto acastanhadas, as rêmiges secundárias interiores apresentam as bordas das pontas com uma estreita faixa brancas. a parte inferior da asa é acinzentada. Cauda ligeiramente bifurcada. A íris é marrom escura e o bico, tarsos e pés são pretos.

Andorinha-chilena {field 19}

Comentários:

Frequenta áreas abertas, campos próximos ao oceano, banhados, açudes, lagoas e pastagens artificiais.

Andorinha-chilena {field 12}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Andorinha-grande – (Progne chalybea)

A andorinha-grande Progne chalybea é uma ave da família Hirundinidae. Ocorre em todo o Brasil, e também do México até a Argentina.

Andorinha-grande {field 11}
  • Nome popular: Andorinha-grande
  • Nome inglês: Gray-breasted Martin
  • Nome científico: Progne chalybea
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Ocorre em todo o Brasil, e também do México até a Argentina.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos capturados em voo. E também se alimenta de insetos no solo.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo um ninho, em forma de tigela, com palha e fezes secas de gado, solidamente presas, forrado com penas internamente. Os ninhos são colocados em cavidades de pedras e locais protegidos em edificações urbanas. Põe em média entre 2 e 5 ovos brancos. A fêmea faz a maior parte de incubação e o casal participa do cuidado da prole. Costuma aproveitar o ninho do joão-de-barro.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinha-grande {field 20}

Características:

Mede em média entre 16 e 22 cm de comprimento e pesa entre 33 e 50 gramas. Tem a cabeça e as costas de coloração preto e azul metálico brilhante. A garganta, peito e flancos são branco acinzentados sendo marcado com marrom pardacento. O resto do peito e da barriga são brancos. A face tem uma máscara preta fosco mais escura abaixo dos olhos. A íris é preta. Os tarsos são curtos e como os pés são acinzentados. A cauda bifurcada é preta com leve brilho azulado.

Possui três subespécies:

  • Progne chalybea chalybea (Gmelin, 1789) – ocorre do Leste do México; ao Sul de Tamaulipas até o Norte da Argentina e Brasil;
  • Progne chalybea macrorhamphus (Brooke, 1974) – ocorre no Leste da Bolívia e do Leste do Brasil até o Paraguai, Uruguai e Nordeste da Argentina;
  • Progne chalybea warneri (A. R. Phillips, 1986) – ocorre na região costeira do Oeste do México do estado de Sinaloa ao Norte até o estado de Chiapas no Sul do México.

(Clements checklist, 2014).

Andorinha-grande {field 11}

Comentários:

Frequenta fazendas e cidades. Formam bandos numerosos, pousam em árvores, fios de eletrificação e também no solo. As espécies que residem no Brasil Meridional são migratórias e no outono partem em direção ao norte, embora nem todos os indivíduos de uma população migrem.

Andorinha-grande {field 11}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Andorinha-azul – (Progne subis)

A andorinha-azul Progne subis é uma ave passeriforme da família Hirundinidae. Espécie migrante, encontrada em todo o Brasil.

Andorinha-azul {field 20}
  • Nome popular: Andorinha-azul
  • Nome inglês: Purple Martin
  • Nome científico: Progne subis
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Espécie migrante. Ocorre em todo o Brasil, e também desde o Canadá até á Argentina.
  • Alimentação: Alimentam-se basicamente de insetos, capturados em voo. São ágeis caçadoras e comem uma variedade de insetos alados. Raramente, procuram alimento no chão. Tem como um dos principais alimentos, formigas invasoras – Solenopsis invicta e elas podem constituir uma porção significativa de sua dieta.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo ninhos em cavidades, naturais ou artificiais, costumam fazer uso de cavidades naturais, como buracos velhos de pica-paus em árvores ou cactos saguaro. Sua área de reprodução são áreas abertas em toda a América do Norte e também alguns locais na costa oeste da Colômbia Britânica ao México. Em muitos lugares, os humanos colocam cabaças vazias reais ou artificiais, ou casas para andorinhas, especialmente no sudeste, onde andorinhas-azuis são quase inteiramente dependentes de tais estruturas. Como resultado, esta espécie tipicamente se reproduz em colônias localizadas na proximidade de pessoas, mesmo dentro das cidades e vilas. Isso faz com que sua distribuição seja desigual, já que geralmente estão ausentes de áreas onde nenhum local de ninho é fornecido.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinha-azul {field }

Características:

Mede em média 20 cm de comprimento. Os adultos têm uma cauda levemente bifurcada. Os machos adultos são totalmente negros com brilho azul metálico, a única andorinha na América do Norte com essa coloração. As fêmeas adultas são escuras no topo com algum brilho azul metálico e partes inferiores mais claras. As fêmeas juvenis são parecidas com as fêmeas adultas, menos o brilho azul-celeste e o metálico nas costas. Os machos jovens se parecem muito com as fêmeas, mas penas negras/azuis sólidas emergem em seu peito em um padrão aleatório manchado à medida que mudam para sua plumagem adulta.

Andorinha-azul {field 11}

Comentários:

Migração Encontradas na América do Norte na primavera para se reproduzir. A migração da primavera é um pouco desconcertada, com chegadas em áreas do sul, como a Flórida e o Texas, em janeiro, mas aparecendo no norte dos Estados Unidos em abril e no Canadá em maio. Os machos geralmente chegam ao local antes das fêmeas. A migração de outono também é escalonada, pois as aves seguem para o sul quando a época de reprodução termina. Alguns pássaros saem já em julho e outros permanecem até outubro. Geralmente migram por terra, através do México e da América Central. Quando não estão reproduzindo, formam grandes bandos e se reúnem em grande número. Esse comportamento começa logo antes da migração para o sul e continua nos terrenos de invernada.

Andorinha-azul {field 19}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Andorinha-do-campo – (Progne tapera)

A andorinha-do-campo Progne tapera é uma ave da família Hirundinidae. Ocorre em todo o Brasil, e também da sul da América Central até á Argentina.

Andorinha-do-campo {field 20}
  • Nome popular: Andorinha-do-campo
  • Nome inglês: Brown-chested Martin
  • Nome científico: Progne tapera
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Ocorre no sul da América Central e na América do Sul, incluindo todo o Brasil.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos, cupins, formigas, moscas e até abelhas. Caçam alimento em voo.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo um ninho em forma de uma tigela macia, utilizando esterco para confecção. Para procriar usa vários tipos de ocos, também é dependente do ninho do joão-de-barro – Furnarius rufus. A espécie se reproduz na Amazônia e nidifica no Sul nos meses mais quentes.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinha-do-campo {field 20}

Características:

Mede em média 16,5 cm de comprimento e pesa entre 30 e 40 gramas. É uma andorinha grande, com cor predominante de fuligem, com a garganta e abdômen brancos, e a parte inferior da cauda também é branca. Somente os jovens possuem penas azuis.

Possui duas subespécies reconhecidas:

  • Progne tapera tapera (Linnaeus, 1766) – ocorre da porção tropical do leste da Colômbia, Equador, Peru até a Bolívia, da Venezuela até as Guianas e na Amazônia brasileira. Ocorre também na ilha de Trinidad no Caribe;
  • Progne tapera fusca (Vieillot, 1817) – ocorre do sudeste do Brasil até o Paraguai, leste da Bolívia, Uruguai e norte da Argentina.

Aves Brasil CBRO – 2015 (Piacentini et al. 2015); (Clements checklist, 2014).

Andorinha-do-campo {field 11}

Comentários:

Frequenta campos, paisagens abertas de cultura e nas proximidades das margens de rios e lagos. Tenta voar contra o vento. O casal costuma dormir junto no ninho, o que não é comum em aves. Pousa sobre fios elétricos. Torna-se inquieta ao amanhecer e ao anoitecer. Aumenta seu piar e grinfar até ocupar o lugar de dormir. Vive em casais ou bandos numerosos, sendo vista frequentemente junta à outras espécies como a andorinha-grande.

Andorinha-do-campo {field 11}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Calcinha-branca – (Atticora tibialis)

O calcinha-branca Atticora tibialis é uma ave da família Hirundinidae. Ocorre no Brasil, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Equador, Guianas e Panamá.

Calcinha-branca {field 25}
  • Nome popular: Calcinha-branca
  • Nome inglês: White-thighed Swallow
  • Nome científico: Atticora tibialis
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Ocorre no Brasil nos estados do Pará, Amazonas, Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Acre e na zona litorânea, do sul da Bahia ao Paraná. Encontrado também na Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Equador, Guianas e Panamá.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos caçados em voos rasantes. Procura alimento nas bordas de floresta perto da água, acima do dossel da floresta, e mesmo em torno de fazendas e ao longo das estradas. É geralmente visto em pares ou em pequenos bandos.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo o ninho nas cavidades de árvores, tocas abandonadas, paredões rochosos, eventualmente em estruturas humanas. O ninho apresenta formato de tigela e é construído com grama seca. Dormem em paredões rochosos, em ocos de paus secos ou nas galerias em barrancos de rios. ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Calcinha-branca {field 25}

Características:

Mede em média 12 cm de comprimento e pesa cerca de 10 gramas. Tem predominância de cor cinza pardacenta com calções brancos que podem ser visíveis quando a ave está empoleirada, mas geralmente é difícil ver no campo. Esta característica é responsável pelo seu nome comum mais popular. As bochechas são cinza amarronzadas, e os lores são negros. A região que compreende seu uropígio e porções inferiores são de coloração mais clara que as cores da porção superior da ave. Asas e cauda são marrom escuro. A cauda é ligeiramente bifurcada. Os juvenis são similares aos adultos da espécie, mas apresentam na porção inferior penas com as bordas pálidas. O bico, olhos, pernas e pés são marrom escuro.

Possui três subespécies reconhecidas:

  • Atticora tibialis tibialis (Cassin, 1853) – ocorre no leste do Brasil desde o sul do estado da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro até o estado de São Paulo.
  • Atticora tibialis griseiventris (Chapman, 1924) – ocorre nas regiões sul e sudeste da Venezuela, no leste e sul da Colômbia, leste do Equador, leste do Peru, oeste do Brasil e no norte da Bolívia. Esta subespécie é maior e mais cinzenta que a subespécie nominal.
  • Atticora tibialis minima (Chapman, 1924) – ocorre no leste do Panamá, oeste da Colômbia e oeste do Equador e nas Guianas. Esta subespécie é menor que a subespécie nominal.

(Clements checklist, 2014).

Calcinha-branca {field 16}

Comentários:

Frequenta lajedos de rios e cachoeiras ou sobre as copas e clareiras das florestas densas adjacentes. Encontrado aos pares ou em pequenos grupos a beira das estradas que cortam as florestas na Amazônia, empoleirando-se em barrancos e galhos secos nas bordas de matas. Com os desmatamentos, a espécie desapareceu de grande parte do Brasil oriental. É relativamente frequente em capoeiras rodeadas de mata em bom estado de conservação, em embaúbas e galhos secos expostos na copa da floresta. Aparentemente tem migração sazonal nos meses frios em algumas regiões.

Calcinha-branca {field 20}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • Piacentini et al. (2015). Annotated checklist of the birds of Brazil by the Brazilian Ornithological Records Committee / Lista comentada das aves do Brasil pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos. Revista Brasileira de Ornitologia, 23(2): 91–298.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Peitoril – (Atticora fasciata)

O peitoril Atticora fasciata é uma ave da família Hirundinidae. Ocorre no Brasil, Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.

Peitoril {field 23}
  • Nome popular: Peitoril
  • Nome inglês: White-banded Swallow
  • Nome científico: Atticora fasciata
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Ocorre em toda a Amazônia brasileira. Encontrado também nas Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.
  • Alimentação: Alimenta-se principalmente de insetos caçados em voo.
  • Reprodução: Reproduz-se em pequenas colônias, cavando buracos em barrancos.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Peitoril {field 23}

Características:

Mede em média 14 cm de comprimento. Tem cor azulada como predominante, o bico e os olhos são pretos. Tem como destaque uma faixa branca no peito, que lhe dá o nome popular.

Peitoril {field 11}

Comentários:

Frequenta várias regiões da Amazônia é a andorinha mais abundante nas beiras de rios. Pousa tanto nas pedras do meio do rio como em galhos debruçados sobre a água. Vive em pequenos bandos.

Peitoril {field 20}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Andorinha-morena – (Alopochelidon fucata)

A andorinha-morena Alopochelidon fucata é uma ave passeriforme da família Hirundinidae. Ocorre no Brasil e na Argentina.

Andorinha-morena {field 12}
  • Nome popular: Andorinha-morena
  • Nome inglês: Tawny-headed Swallow
  • Nome científico: Alopochelidon fucata
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Ocorre no Brasil, nos estados de Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Encontrado também na Argentina.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos apanhados em voo. Também come pequenos frutos e sementes.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo um ninho em buracos ou até em árvores, põe em média entre 2 e 3 ovos.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinha-morena {field 20}

Características:

Mede em média 12 cm de comprimento e pesa em torno de 13 g. Tem a cor morena na cabeça, no pescoço e levemente até o peito; do peito até a Infracaudais apresenta uma cor de creme com manchas de cinza leves. Na parte superior é marrom e nas laterais de suas asas é parda.

Andorinha-morena {field 23}

Comentários:

Frequenta campos, cerrados, ambientes abertos e costuma ficar nas copas das árvores. Vive aos pares ou em pequenos grupos de 4 a 7 indivíduos.

Andorinha-morena {field 19}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Andorinha-de-sobre-branco – (Tachycineta leucorrhoa)

A andorinha-de-sobre-branco Tachycineta leucorrhoa é uma ave passeriforme da família Hirundinidae. Conhecida também como andorinha-de-rabadilha-branca.

Andorinha-de-sobre-branco {field 11}
  • Nome popular: Andorinha-de-sobre-branco
  • Nome inglês: White-rumped Swallow
  • Nome científico: Tachycineta leucorrhoa
  • Família: Hirundinidae
  • Habitat: Ocorre na Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai, Peru e Uruguai.
  • Alimentação: Alimentam-se basicamente de cupins, formigas, moscas e até abelhas.
  • Reprodução: Reproduz-se em buracos de vários tipos, fazendo uma cama solta de capim, folhas e penas. Os ovos, de um branco-puro, são chocados pelo casal.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinha-de-sobre-branco {field 11}

Características:

Mede em média 13 centímetros de comprimento e pesa de 17 a 21 gramas. Tem em média envergadura de 115,7 milímetros. Tem uma listra supraloral branca, uma listra branca acima de seu olho, e loros cobertura dos ouvidos pretos. Os loros e coberturas dos ouvidos têm um brilho verde-azulado. As asas são pretas, com pontas brancas nas rêmiges secundárias e terciárias, e nas coberturas maiores das ases. As pontas brancas aparecem com a idade. A cauda é preta e tem uma bifurcação rasa. Tem o sobre branco, daí o nome popular por que é conhecida. As demais partes superiores são de um azul brilhante. Estas características, quando o pássaro não está procriando, são mais azul-esverdeadas. As partes inferiores e coberturas abaixo da asa são brancas. O bico, as pernas e pés são pretos, e as íris são marrons. Os sexos são similares, e os jovens podem ser distinguidos pelo seu peito escuro e pelo fato de que são mais monótonos e marrons.

Andorinha-de-sobre-branco {field 11}

Comentários:

Habita campos abertos e semiabertos perto da água, da margem da floresta, e dos assentamentos humanos. Também habita savanas secas, florestas degradadas, e pastagens inundadas sazonalmente tanto tropicais quanto subtropicais. Além disso, é sabido que habita os pampas da Argentina e Uruguai. Durante o inverno austral, os pássaros na população do sul geralmente deslocam-se para as partes mais ao norte da área que habita. Esta ave pode ser encontrado em altitudes que variam desde o nível do mar a 1 100 metros.

Andorinha-de-sobre-branco {field 11}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • CLEMENTS, J. F.; The Clements Checklist of Birds of the World. Cornell: Cornell University Press, 2005.

Referências