Fruta-do-sabiá – (Acnistus arborescens)

A fruta-do-sabiá Acnistus arborescens é uma árvore de pequeno porte de floração e frutificação ornamentais, com um importante papel ecológico. Seus frutos servem de alimento para uma grande variedade de aves silvestres.

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  • Nome popular: Fruta-do-sabiá
  • Nome científico: Acnistus arborescens
  • Família: Solanaceae
  • Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
  • Origem: América Central, América do Norte, América do Sul, Antilhas, Bolívia, Brasil,
  • Altura: 9.0 a 12 metros
  • Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
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Características:

Árvore de pequeno porte, considerada até como arbusto, 2 a 4 metros no máximo. Folhas simples, grandes (30 cm). Flores brancas pendentes do tronco, em cachos. Frutos pequenos (1 cm) com haste longa, macio, alaranjado quando maduro, com muitas sementes pequenas misturadas na polpa adocicada. Inicia a frutificação em pouco tempo.Seus frutos são extremamente atrativos à fauna, especialmente pássaros.

Fruta-do-sabiá {field 5}
Comentários:

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em diversos tipos de solo, preferencialmente férteis e profundos. Irrigue regularmente no primeiro ano após o plantio. Depois de bem estabelecida torna-se resistente à estiagem, embora nessas condições frutifica em menor quantidade. Tolera geadas e a salinidade de regiões litorâneas. Multiplica-se facilmente por sementes e atinge a maturidade em menos de um ano, já iniciando a sua frutificação. As sementes são discóides e abundantes, de cor parda clara, que lembram as de outras espécies solanáceas como tomate ou pimenta.

Fruta-do-sabiá {field 5}
Referências Bibliográficas:

Malvavisco – (Malvaviscus arboreus)

O malvavisco Malvaviscus arboreus é uma arbusto grande, de textura lenhosa e que pode alcançar 4 metros de altura com facilidade. Seus ramos são eretos e bastante ramificados. As folhas são verdes, oval-lanceoladas, muito mucilaginosas e apresentam bordos serrilhados.

Malvavisco {field 5}
  • Nome popular: Malvavisco, Hibisco-colibri, Malva-de-colibri
  • Nome científico: Malvaviscus arboreus
  • Família: Malvaceae
  • Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
  • Origem: América Central, América do Sul
  • Altura: 1.8 a 2.4 metros
  • Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
Malvavisco {field 5}
Características:

É uma planta muito rústica, exigindo baixa manutenção. Presta-se para a formação de renques podados ou não e como planta isolada no jardim. As podas realizadas periodicamente estimulam uma floração mais abundante e dão forma e aspecto compacto às cercas-vivas de malvavisco. O crescimento da planta é rápido a moderado, em comparação com outros arbustos. Atrai muitos beija-flores.

Malvavisco {field 5}
Comentários:

Devem ser cultivados sob sol pleno, tolerando a sombra parcial durante o dia. O solo deve ser fértil e enriquecido com matéria orgânica, regado a intervalos regulares. Não é tolerante ao frio e às geadas. Multiplica-se por estaquia

Malvavisco {field 5}
Aves que atrai:

Colibris, Cambacicas, Saís e várias outras espécies de Beija-flores.

Referências Bibliográficas:

Babosa-branca – (Cordia superba)

A Babosa-branca Cordia superbaé uma árvore da família Boraginaceae . Ocorre naturalmente na região Sudeste do Brasil.
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  • Nome popular: Babosa-branca, acoará muru, árvore de ranho, carapiá, grão de galo, grão de porco e jangada do campo.
  • Nome científico: Cordia superba
  • Família: Boraginaceae
  • Clima: Tropical e subtropical
  • Origem: Ocorre no Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, no interior da floresta estacional semidecidual e em solos de maior umidade.
  • Altura: De 7 a 10 metros
  • Luminosidade: Sol pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
Babosa-branca {field }
Características:

Árvore de 7 a 10m de altura. Tronco de 20 a 30 cm de dâmetro. Folhas alternas, simples, ásperas ao tato na face superior, de 18 a 24 cm de comprimento. Inflorescêna do tipo cimeira, com flores brancas, sésseis, com corola tubulosa de até 5 cm de comprimento. Fruto drupa.

Babosa-branca {field }
Comentários:

Devido ao seu porte e sua configuração, apresenta grande potencial para a arborização urbana e paisagismo (devido a sua bela floração), apesar de ser pouco utilizada. Desenvolve melhor nas regiões sudeste e sul, onde apresenta clima úmido e temperaturas medianas. Não tolera solos secos e ácidos, comuns em região de cerrado

Babosa-branca {field }
Aves que atrai:

Psitacídeos, Periquitão, Maitaca e principalmente Maracanã.

Referências Bibliográficas:
  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • Silva Silvestre Árvores Nativas do Brasil Silvestre Silva — São Paulo : Editora Europa, 2013
  • Arvores do Brasil – disponível em:https://www.arvores.brasil.nom.br/new/babosabranca/index.htm Acesso em: 20 de Março de 2012.

Escova-de-garrafa – (Callistemon viminalis)

A Escova-de-garrafa Callistemon viminalis é uma árvore da familia Myrtaceae, também conhecida como Calistemon.
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  • Nome popular: Escova-de-garrafa
  • Nome científico: Callistemon viminalis
  • Família: Myrtaceae
  • Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Tropical
  • Origem: Austrália, Oceania
  • Altura: Em média 3.0 a 3.6 metros, 3.6 a 4.7 metros, 4.7 a 6.0 metros, 6.0 a 9.0 metros
  • Luminosidade: Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
Escova-de-garrafa {field 5}
Características:

Escova-de-garrafa é o nome popular das plantas do gênero Callistemon. Este gênero possui 34 espécies catalogadas, sendo que a grande maioria delas é originária da Austrália. As escovas-de-garrafa apresentam porte arbustivo ou de arvoreta, alcançando de 3 a 7 metros de altura. Suas folhas são em geral pequenas, lanceoladas a lineares, verdes, sésseis, perenes e aromáticas, que vão se tornando bronzeadas com o tempo.

Escova-de-garrafa {field 5}
Comentários:

Sua rusticidade e baixa manutenção, aliados ao seu crescimento moderado, fazem da escova-de-garrafa a árvore de eleição em muitos projetos paisagísticos. As espécies mais populares no paisagismo são a C. viminalis e a C. citrinus, mas há muitas variedades e híbridos com flores de coloração vermelha e algumas róseas e brancas também. Devem ser cultivadas sob sol pleno, não sendo exigentes quanto à fertilidade do solo. Em geral adaptam-se muito bem a solos encharcados ou secos. Apreciam o frio subtropical ou mediterrâneo e toleram as geadas e o clima tropical. Podas radicais não são toleradas. Adubações anuais estimulam uma intensa floração. Multiplicam-se por sementes e por estaquia de ramos semilenhosos. Os pequenos frutos devem ser colhidos e armazenados em sacos de papel, em estufa morna e seca até a liberação das sementes

Escova-de-garrafa {field 5}
Aves que atrai:

Beija-flores, cambacicas, saís, entre outros.

Referências Bibliográficas:

Mulungu – (Erythrina mulungu)

O Mulungu Erythrina mulungu é uma árvore da familia Fabaceae, também conhecido como cuiarana, castanha-de-macaco, árvore-de-macaco, amêndoa-dos-andes, e cuia-de-macaco. Ocorre na Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela, Guianas e Brasil.
Mulungu {field 5}
  • Nome popular: O Mulungu, cuiarana, castanha-de-macaco, árvore-de-macaco, amêndoa-dos-andes, e cuia-de-macaco.
  • Nome científico: Erythrina mulungu
  • Família: Fabaceae
  • Clima: Tropical
  • Origem: América Central e do Sul
  • Altura: 10 a 15 m
  • Luminosidade: Sol pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
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Características:

O tronco desta árvore tem como destaque o fato de ser revestido por farta camada de cortiça. Espinhenta, a mulungu chega a medir entre 10 e 14 metros de altura.

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Comentários:

Produz grande quantidade de sementes viáveis. Ela se reproduz tanto por sementes como por estacas. As mudas crescem rapidamente (estão prontas para o plantio em menos de 4 meses). Já o seu desenvolvimento no campo pode ser considerado moderado.

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Referências Bibliográficas:

Tapiá – (Alchornea glandulosa)

O tapiá é uma arvore da família Euphorbiaceae. Ocorre de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul , e também em outros países da América do Sul
  • Nome popular: Tapiá, Tapiá-iricurana e tapiá-guaçu
  • Nome científico: Alchornea glandulosa
  • Família:Euphorbiaceae
  • Clima: Tropical
  • Origem: Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista, de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul.
  • Altura: Atinge entre 15 e 22 m
  • Luminosidade: Sol pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
Tapiá
FOTO-2 Caracteristicas: Árvore perenifólia,espécie pioneira (DIAS et al.,1998), Secundária inicial (DURIGAN; NOGUEIRA,1990) OU clímax exigente em luz (PINTO,1997). Sua altura atinge até 22 m e seu diâmetro 60 cm, tem folhas simples e alternas, com lâminas recurvadas nos bordos, com ápice arredondado ou acuminado, obovadas ou suborbiculares, com até 16 cm de comprimento, esparso-dentadas, delgadas com até 10 nervuras laterais.
Comentários: O tapiá possui hábito arbustivo arbóreo e seus frutos abrem-se quando maduros, expondo as sementes que são cobertas por um arilo vermelho vivo. Essa espécie pode atingir até 25 m de altura, porém não endêmica do Brasil. FOTO-3
Aves que atrai: Referências Bibliográficas: Silva Silvestre Árvores Nativas do Brasil Silvestre Silva — São Paulo : Editora Europa, 2013 / Unicentro

Fedegoso – (Senna macranthera)

O fedegoso Senna macranthera é uma arvore da família Fabaceae. Nativa do Brasil, Ocorre naturalmente em São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará.

Fedegoso Foto – Afonso de Bragança
  • Nome popular: Fedegoso, Manduirana, pau fava, aleluia, cabo verde, mamangá,
  • Nome científico: Senna macranthera
  • Família: Fabaceae
  • Clima: Tropical, e tropical de altitude
  • Origem: Nativa do Brasil, Ocorre naturalmente em São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará.
  • Altura: Espécie de 6 a 8 m de altura, com tronco de 20 a 30 cm de diâmetro.
  • Luminosidade: Sol pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
Fedegoso Foto – Afonso de Bragança

Características:

Árvore de pequeno a médio porte, 6 a 8 metros de altura, folhas compostas de 4 folíolos de 20 cm. Floração amarela muito vistosa, em cachos. Fruto vagem quase cilíndrica, de 30 cm com muitas sementes duras de 0,5 cm. O fruto contem um liquido que tem um odor desagradável, de forma que na queda dos frutos fica um mau cheiro do qual se originou o nome popular. É de fácil germinação, e tem o desenvolvimento rápido.

Fedegoso Foto – Afonso de Bragança

Comentários:

Fruto é uma vagem quase cilíndrica, com média de 30 cm de comprimento com muitas sementes duras de 0,5 cm. O fruto contem um liquido que tem um odor desagradável, de forma que na queda dos frutos fica um mau cheiro do qual se originou o nome popular. Floresce de Janeiro a Maio e a Coleta de sementes ocorre em Julho.

Fedegoso Foto – Afonso de Bragança
Aves que atrai:

Periquitos, Maitacas, Sanhaços

Referências Bibliográficas:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • Silva Silvestre Árvores Nativas do Brasil Silvestre Silva — São Paulo : Editora Europa, 2013
  • Arvores Brasil Disponível em: https://www.arvores.brasil.nom.br/new/fedegoso/index.htm Acesso em: 20 de Março de 2010.

Embaúba – (Cecropia pachystachya)

A Embaúba Cecropia pachystachya é uma árvore da família Urticaceae, também conhecido como embaúva, imbaúba, umbaúba, umbaubeira, ambaíba, árvore-da-preguiça e umbaúba-do-brejo.
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  • Nome popular: Embaúba
  • Nome científico: Cecropia pachystachya
  • Família: Urticaceae
  • Clima: Tropical
  • Origem: Ceará, Bahia, Minas Gerais, Goiás e do Mato Grosso do Sul até Santa Catarina. Diga-se, em várias formações vegetais. Ocorre nas matas primárias e úmidas da floresta semedecidua (onde algumas espécies de arvores perdem as folhas no inverno) e na beira de rios, nas matas ciliares de qualquer formação florestal. Encontrada com muito frequência nas matas e como pioneira em áreas degradadas.
  • Altura: 4 a 8 metros de altura
  • Luminosidade: Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
Embaúba {field 5}
Características:

Árvore de médio porte, pioneira, 4 a 8 metros de altura, de madeira fraca e crescimento rápido. Prefere locais sombreados e úmidos. Folhas compostas com 8 partes, de 40 cm. A flor e sementes aparecem como um pequeno cacho no topo da arvore. A inflorescência é axilar (no encontro da junção da folha com o ramo) e espiciforme (em forma de espiga) com inúmeras flores minúsculas e unissexuais. As variações do nome desta árvore são sutis o mais diferente deles é “árvore-da-preguiça”, por ser esta espécie a preferida, por exemplo, da preguiça-de-coleira, que consome avidamente as suas folhas tenras. Já os pássaros a procuram por causa dos frutos. Pioneira e rústica, ideal para inicio de reflorestamento em áreas degradadas.

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Comentários:

Floresce de setembro a outubro, já os frutos amadurecem em Junho. Para coleta de sementes basta pegar os frutos que estão sendo consumidos por pássaros, o difícil é encontrar um maduro, pois as aves os consomem antes mesmo de amadurecerem completamente.

Embaúba {field 5}
Aves que atrai:

Sanhaços, sabiás, saíras, tuins, tucanos, araçaris, periquitos, jandaias, arapongas, saís, anambés, sebinhos, tiês, trinca-ferros, Cotinga-azul, pipiras, pica-paus, dançarinos-de-cabeças-vermelhas, surucuás, papagaios, tico-ticos, cambaçicas

Referências Bibliográficas:

Marianinha – (Streptosolen jamesonii)

A Marianinha – Streptosolen jamesonii é um arbusto de pequeno porte, tem flores apreciadas por muitas espécies de beija-flores. Originária da América do Sul, Colômbia, Equador e Peru.

Marianinha Foto – Afonso de Bragança
  • Nome popular: Marianinha
  • Nome científico: Streptosolen jamesonii
  • Família: Solanaceae
  • Clima: Equatorial, Tropical
  • Origem: América do Sul, Colômbia, Equador, Peru
  • Altura: 0.9 a 1.2 metros, 1.2 a 1.8 metros, 1.8 a 2.4 metros
  • Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
Marianinha Foto – Afonso de Bragança

Características:

Apresenta galhos longos, recurvados, flexíveis e ramificados, com textura semi-lenhosa. Suas folhas são ovaladas a elípticas, brilhantes, verde-escuras e com nervuras marcadas, conferindo-lhes um aspecto engomado. Pode florescer o ano todo em climas favoráveis, mas sempre com mais intensidade na primavera e verão. Suas inflorescências surgem em cachos terminais, com numerosas flores. As flores tem formato de trompete, com pétalas lobuladas e são inicialmente amarelas, sendo que gradativamente vão adquirindo tons alaranjados, de forma que ao observar o arbusto florido podemos perceber diversos tons entre o amarelo e o laranja pontuando a planta

Marianinha Foto – Afonso de Bragança

Comentários:

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Em regiões com clima muito quente, convém cultivá-la à meia sombra, com pelo menos 6 horas diárias de sol direto, evitando-se as horas mais quentes do dia. Já em climas amenos, o sol pleno lhe será mais interessante, resultando em um florescimento intenso. Depois de bem estabelecida, a marianinha torna-se resistente a curtos períodos de estiagem, mas em locais com calor intenso e seco, convém realizar irrigações suplementares. Sensível ao frio e geadas. As podas são permitidas para formação e rejuvenescimento, sendo realizadas sempre após a floração, momento para remover também ramos velhos, secos e doentes. Multiplica-se por estaquia dos ramos, postos a enraizar após o florescimento, podendo-se inclusive aproveitar os ramos removidos por ocasião da poda.

Marianinha Foto – Afonso de Bragança

Referências Bibliográficas:

Odontonema – (Odontonema strictum)

A Odontonema Odontonema strictum é um arbusto de ramagem ereta e porte médio, alcançando 2 m em cultivo. Ela é originária das matas tropicais da América Central.

Odontonema Foto – Afonso de Bragança
  • Nome popular: Odontonema
  • Nome científico: Odontonema strictum
  • Família: Acanthaceae
  • Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
  • Origem: América Central
  • Altura: 1.5 a 2.5 metros
  • Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
Odontonema Afonso de Bragança

Características:

Tem folhas ovaladas, opostas, glabras e de coloração verde-brilhante. Os ramos são de textura semi-herbácea, de coloração verde, tornando-se arroxeados no ápice. As inflorescências são do tipo panícula, terminais, com muitas flores vermelhas, tubulares. O período de floração varia de acordo com a região onde está inserida, podendo ser primavera e verão ou outono e inverno.

Odontonema Afonso de Bragança

Comentários:

Devem ser cultivadas sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Podas de formação e adubações anuais estimulam a renovação da folhagem, e uma intensa floração. Apesar de ser tipicamente tropical, ela é tolerante ao frio, desde que este não seja muito rigoroso. Multiplica-se facilmente por estaquia.

Odontonema Afonso de Bragança

Aves que atrai:

Beija-flores tais como: Besourinho-do-bico-vermelho – Chlorostilbon lucidus Beija-flor-preto – Florisuga fusca Beija-flor-tesoura – Eupetomena macroura e ainda Cambacicas e muitos outros.

Referências Bibliográficas:
  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
Patro ,Raquel. (2013) Odontonema – Odontonema strictum – Jardineiro.net. Disponível em: https://www.jardineiro.net/plantas/odontonema-odontonema-strictum.html Acesso em: 20 de Fevereiro de 2014

Nêspera – (Eriobotrya japonica)

A Nespereira Eriobotrya japonica é uma espécie vegetal da família Rosaceae. É uma árvore pequena, com uma coroa circular e um tronco curto. Pode crescer até 10 m de altura, mas é geralmente menor, com cerca de 3 a 4 m.

Nespera Foto – Afonso de Bragança
  • Nome popular: Nêspera, nespereira, ameixa-do-pará
  • Nome científico: Eriobotrya japonica
  • Família: Rosaceae
  • Clima: Subtropical, Temperado, Tropical
  • Origem: China e Japão
  • Altura: 0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metros, 0.9 a 1.2 metros
  • Luminosidade: Sol pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
Nespera Foto – Afonso de Bragança

Características:

A nespereira é uma arvoreta perenifólia, frutífera, originária do Japão e conhecida em diversas partes do mundo pelos seus saborosos frutos. Apresenta tronco curto e avermelhado, com copa arredondada e ramagem nova recoberta por lanugem. Em altura pode alcançar até 10 metros, mas geralmente não ultrapassa os 4 metros. Suas folhas são alternas, lanceoladas, simples, verde-escuras, coriáceas, com margens denteadas e com densa lanugem de cor amarelo-amarronzada na página inferior. As folhas jovens, apresentam pubescência em toda sua extensão. Mas estes pelos caem gradualmente com a maturação das folhas. Um dos fatos mais interessantes sobre esta espécie, é que ela produz na entressafra da grande maioria das espécies frutíferas. Sua floração ocorre no outono e início do inverno, enquanto que sua frutificação dá-se no inverno e início da primavera.

Nespera Foto – Afonso de Bragança

Comentários:

Muitas pessoas conhecem esta árvore por ameixa do pará, ameixa-japonesa ou simplesmente ameixa-amarela. Ela costuma ser comum em quintais, onde faz a festa dos pássaros e das pessoas que podem apreciar seu doce fruto. Em função de se desenvolver e frutificar bem, ela se adapta tanto às temperaturas amenas quanto quentes. Uma coisa é certa: prefere solos profundos e ricos em matéria orgânica e com boa disponibilidade de água. Durante o inverno, a árvore não perde todas as folhas, o que a faz suportar temperaturas abaixo de zero grau.

Nespera Foto – Afonso de Bragança

Aves que atrai:

Aves que atrai:Atraí e alimenta uma grande quantidade de aves tais como: Periquitos, Sanhaços, Maritacas, Bem-te-vis, Saís, Saíras Cambacicas, Sabiás e outros.

Referências Bibliográficas: