Andorinhão-de-chapman – (Chaetura chapmani)

O andorinhão-de-chapman Chaetura chapmani é uma ave da família Apodidae. Ocorre no Brasil, Colômbia, Guiana Francesa, Guiana, Panamá, Suriname, Trinidad e Tobago e Venezuela.

Andorinhão-de-chapman {field 32}
  • Nome popular: Andorinhão-de-chapman
  • Nome inglês: Chapman’s Swift
  • Nome científico: Chaetura chapmani
  • Família: Apodidae
  • Habitat: Ocorre no Brasil, em toda a região amazônica. Encontrado também Colômbia, Guiana Francesa, Guiana, Panamá, Suriname, Trinidad e Tobago e Venezuela.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos capturados em voo.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo um ninho
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinhão-de-chapman {field 20}

Características:

Mede em média 14 centímetros de comprimento. Diferente de outras espécies do gênero Chaetura, seu porte é robusto e suas partes superiores são negro-azuladas com uropígio pouco contrastante. Sua cauda quadrada é larga e negra.

Andorinhão-de-chapman {field 19}

Comentários:

Frequentam florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude e florestas secundárias altamente degradadas.

Andorinhão-de-chapman {field 19}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2016.

Referências

Andorinhão-do-temporal – (Chaetura meridionalis)

O andorinhão-do-temporal Chaetura meridionalis é uma ave da família Apodidae. É migratória no Sul e Sudeste, desaparecendo durante o inverno para procurar áreas mais propícias para alimentação ao norte, na Amazônia.
Andorinhão-do-temporal {field 5}
  • Nome popular: Andorinhão-do-temporal
  • Nome inglês: Sick’s Swift
  • Nome científico: Chaetura meridionalis
  • Família: Apodidae
  • Habitat: É migratória no Sul e Sudeste, desaparecendo durante o inverno para procurar áreas mais propícias para alimentação ao norte, na Amazônia.
  • Alimentação: Alimenta-se de pequenos insetos durante o voo.
  • Reprodução: Constrói os ninhos com ramos secos, unidos por saliva, endurecendo e então ficando preso à parede interna dos locais escolhidos (árvores ou espaços artificiais). Fixados internamente nas chaminés de residências, em outras construções humanas ou em locais abrigados como ocos de árvores e palmeiras.A incubação é realizada pelo casal. Põe de três a quatro ovos brancos. Reproduz-se durante o verão.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinhão-do-temporal {field }
Características:

Mede em média 13 cm. Apresenta asas longas, cauda relativamente curta e uma distinta área bege clara no uropígio, com supracaudais do mesmo tom. Espécie muito vocal. O peso varia entre 16 e 20 gramas.

Andorinhão-do-temporal {field 5}
Comentários:

Vista quase que exclusivamente voando e em bandos, lembra, à primeira vista, uma andorinha.

Andorinhão-do-temporal {field 5}
Referências & Bibliografia:

Andorinhão-estofador – (Panyptila cayennensis)

O andorinhão-estofador Panyptila cayennensis é uma ave da família Apodidae. Ocorre no Brasil, México ao Equador, Colômbia e Peru.

Andorinhão-estofador {field 11}
  • Nome popular: Andorinhão-estofador
  • Nome inglês: Lesser Swallow-tailed Swift
  • Nome científico: Panyptila cayennensis
  • Família: Apodidae
  • Habitat: Ocorre no Brasil, na amazônia e de Pernambuco à Santa Catarina. Encontrado também do México ao Equador, Colômbia e Peru.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos, voa muito alto e rápido, em círculos, capturando o alimento.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo um ninho grande entre 60 cm e 1 metro, com formato cilíndrico, feito de paina aglutinada com bastante saliva, o que o torna quase impermeável. O ninho, utilizado para descansar e para reproduzir-se, tem a entrada por baixo e fica colado com saliva em árvores altas de casca lisa, pendurado sob galhos, ou ainda na face inferior de telhados. Põe em média 2 ovos brancos.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinhão-estofador {field 23}

Características:

Mede em média 13 cm de comprimento e pesa em torno de 18 gramas. Espécie pequena, mas robusta de cauda bifurcada, que é, comumente mantida fechada. A plumagem é negro-azulada com garganta e coleira brancas como uma mancha no loro e uma outra ao lado do uropígio.

Possui duas subespécies reconhecidas:

  • Panyptila cayennensis cayennensis (J. F. Gmelin, 1789) – ocorre do sul de Honduras até o Brasil; também ocorre na ilha de Trinidad, na Colômbia, Venezuela, Guianas, Equador, Peru, e no nordeste da Bolívia.
  • Panyptila cayennensis veraecrucis (R. T. Moore, 1947) – ocorre do leste do México, até o norte de Honduras. Esta subespécie se parece muito com a subespécie nominal, entretanto com tamanho um pouco maior.

(del Hoyo, et al. 2016, em HBW; Aves Brasil CBRO 2015).

Andorinhão-estofador {field 20}

Comentários:

Frequenta áreas abertas, mata alta ou áreas parcialmente florestadas, onde é incomum. Vive solitário ou aos pares e caçando.

Andorinhão-estofador {field 32}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2016.

Referências

Andorinhão-de-rabo-curto – (Chaetura brachyura)

O andorinhão-de-rabo-curto Chaetura brachyura é uma ave da família Apodidae. Ocorre no Brasil, Panamá, Colômbia, Guianas, Equador, Peru, Trinidad e Tobago, Granada e São Vicente.

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  • Nome popular: Andorinhão-de-rabo-curto
  • Nome inglês: Short-tailed Swift
  • Nome científico: Chaetura brachyura
  • Família: Apodidae
  • Habitat: Ocorre no Brasil em toda a região amazônica. Encontrado também no Panamá, Colômbia, Guianas, Equador, Peru, Trinidad e Tobago, Granada e São Vicente.
  • Alimentação: Alimentam-se basicamente de insetos, capturados em voo.
  • Reprodução: Reproduzem-se construindo o ninho em canos de esgoto, chaminés, poços e cavidades naturais. Põe em média 2 ou 3 ovos brancos.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinhão-de-rabo-curto {field 32}

Características:

Mede em média 10 centímetros de comprimento. Tem asas largas, cauda excessivamente curta e uma distinta área bege clara no uropígio, com supracaudais do mesmo tom. Difere do andorinhão-do-temporalChaetura meridionalis e do andorinhão-de-sobre-brancoChaetura spinicaudus, principalmente pelas formas das asas e da cauda.

Andorinhão-de-rabo-curto {field 23}

Comentários:

Frequentam florestas úmidas, geralmente com quedas de água, ou ainda em plantações em áreas semiabertas ou paludícolas, campos e pastagens em ilhas fluviais e nas cidades.

Andorinhão-de-rabo-curto {field 25}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2016.

Referências

Taperuçu-velho – (Cypseloides senex)

O taperuçu-velho Cypseloides senex também conhecido como andorinhão-velho e andorinhão-de-cascata, é uma ave da família Apodidae. Ocorre no Brasil, Paraguai e Argentina.

Taperuçu-velho {field 21}
  • Nome popular: Taperuçu-velho
  • Nome inglês: Great Dusky Swift
  • Nome científico: Cypseloides senex
  • Família: Apodidae
  • Habitat: Ocorre em Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Goiás, Bahia, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Encontrado também no Paraguai e Argentina.
  • Alimentação: Alimentam-se basicamente de insetos capturados em voo.
  • Reprodução: Reproduzem-se construindo o ninho com liquens em paredões rochosos, geralmente em paredões próximos da água. Põe em média 1 ou 2 ovos por ninhada.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Taperuçu-velho {field 32}

Características:

Mede em média 18 cm de comprimento e pesa entre 56 a 110 gramas. Tem coloração geral marrom acinzentada e penas orladas de branco na cabeça até próximo ao manto, sem dimorfismo sexual evidente. São aves de pequeno porte.

Taperuçu-velho {field 28}

Comentários:

Frequentam regiões próximas de quedas de agua, sobre as quais voam, geralmente centenas de indivíduos. Durante o dia caçam voando alto sobre as matas.

Taperuçu-velho {field 25}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2016.

Referências

Andorinhão-de-sobre-branco – (Chaetura spinicaudus)

O andorinhão-de-sobre-branco Chaetura spinicaudus é uma ave da família Apodidae. Ocorre no Brasil, Costa Rica, Colômbia, Venezuela e Guianas.

Andorinhão-de-sobre-branco {field 20}
  • Nome popular: Andorinhão-de-sobre-branco
  • Nome inglês: Band-rumped Swift
  • Nome científico: Chaetura spinicaudus
  • Família: Apodidae
  • Habitat: Ocorre na Amazônia brasileira e nos estados de Alagoas e Bahia. Encontrado também da Costa Rica à Colômbia, Venezuela e Guianas.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos capturados em voo.
  • Reprodução: Reproduz-se fazendo o ninho em cavidades de árvores, a cerca de 10 m de altura.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinhão-de-sobre-branco {field 11}

Características:

Mede em média 12 cm. de comprimento, 23,5cm. de envergadura e pesa 15,5g. Tem asas estreitas, cauda relativamente longa com espinhos nas extremidades das retrizes e distinta mancha esbranquiçada em forma de faixa nas costas. Diferente de outros Chaetura, apresenta uropígio e supracaudais escuros.

Andorinhão-de-sobre-branco {field 28}

Comentários:

Frequenta bordas de florestas altas e clareiras. É comum, sendo observado, com frequência, sobrevoando em círculos. Vive aos pares ou em grupos espalhados. Normalmente mistura-se a outras espécies de andorinhões.

Andorinhão-de-sobre-branco {field 23}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Taperuçu-preto – (Cypseloides fumigatus)

O taperuçu-preto Cypseloides fumigatus é uma ave da família Apodidae. Ocorre no Brasil, Bolívia, Argentina e Paraguai.

Taperuçu-preto {field 12}
  • Nome popular: Taperuçu-preto
  • Nome inglês: Sooty Swift
  • Nome científico: Cypseloides fumigatus
  • Família: Apodidae
  • Habitat: Ocorre no Brasil, Bolívia, Argentina e Paraguai.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos caçados em voo.
  • Reprodução:Constrói o ninho com musgo e liquens em paredões rochosos próximos a cachoeira. Geralmente tem um filhote por ninhada.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
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Características:

Mede em média 15 cm de comprimento. Tem plumagem escura, que varia do marrom-escuro a um tom mais acinzentado, quase preto. Os jovens da espécie apresentam o peito e a barriga pintados de branco.

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Comentários:

Frequenta regiões de Mata Atlântica, áreas semiabertas e adjacentes. Costuma voar em bandos de até seis aves. Geralmente passa a noite e se reproduz em pequenas colônias, empoleirada atrás de cortinas d’água de cachoeiras, cascatas e também em prédios abandonados.

Taperuçu-preto {field 21}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • CLEMENTS, J. F.; The Clements Checklist of Birds of the World. Cornell: Cornell University Press, 2005.

Referências

Andorinhão-do-buriti – (Tachornis squamata)

A andorinhão-do-buriti Tachornis squamata é uma ave da família Apodidae. Conhecido também como taperá-do-buriti, tesourinha e poruti

Andorinhão-do-buriti {field 21}
  • Nome popular: Andorinhão-do-buriti
  • Nome inglês: Fork-tailed Palm-Swift
  • Nome científico: Tachornis squamata
  • Família: Apodidae
  • Habitat: Ocorre em quase todo o Brasil, exceto na região sul, escassa no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Ocorre também na Venezuela e nas Guianas.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos voadores, é rápido em voo alto ou baixo
  • Reprodução:Constrói o ninho em forma de uma bolsa grande, com penas, saliva e material vegetal, na folha de uma palmeira como do buriti. Põe de 2 a 4 ovos, incubados por 19 dias. Vários casais podem se instalar em uma mesma palmeira. ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinhão-do-buriti {field 21}

Características:

Mede em média 11 cm de comprimento e pesa 11g, com uma cauda longa e bifurcada mantida fechada em voo. Tem sobrancelha negra com um leve brilho esverdeado, são marrom pálido com a garganta branca.

Possui duas subespécies reconhecidas:

  • Tachornis squamata squamata (Cassin, 1853) – ocorre na Ilha de Trinidad e das Guianas, na Amazônia brasileira e no Leste do Brasil;
  • Tachornis squamata semota (Riley, 1933) – ocorre do Leste da Colômbia até o Sul da Venezuela, Leste do Equador, Nordeste do Peru e Noroeste do Brasil.
Andorinhão-do-buriti {field 21}

Comentários:

Frequenta áreas pantanosas, na floresta aberta, geralmente perto de palmeiras. A espécie é fácil de ser vista tanto na área rural quanto urbana, frequentemente em grupos. Os andorinhões costumam ficar entre as folhas secas do buriti, local onde se reproduzem e criam os filhotes.

Andorinhão-do-buriti {field 21}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • CLEMENTS, J. F.; The Clements Checklist of Birds of the World. Cornell: Cornell University Press, 2005.

Referências

Andorinhão-de-sobre-cinzento – (Chaetura cinereiventris)

O andorinhão-de-sobre-cinzento Chaetura cinereiventris é uma ave da família Apodidae. Ocorre da Nicarágua ao Peru, Brasil até ao norte da Argentina.

Andorinhão-de-sobre-cinzento {field 21}
  • Nome popular: Andorinhão-de-sobre-cinzento
  • Nome inglês:Gray-rumped Swift
  • Nome científico: Chaetura cinereiventris
  • Família: Apodidae
  • Habitat: Ocorre na Mata Atlântica e no sudoeste da Amazônia, associada a florestas úmidas.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos, caçados em voos rasantes.
  • Reprodução: Constrói os ninhos nas chaminés residenciais ou em cavidades de rochedos.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Andorinhão-de-sobre-cinzento {field 21}

Características:

Mede em média 11 centímetros. Apresenta asas estreitas, cauda relativamente longa e distinta área cinzenta no uropígio, com as supracaudais no mesmo tom.

Andorinhão-de-sobre-cinzento {field 20}

Comentários:

Frequenta florestas úmidas, geralmente aos pares ou em grupos de vários indivíduos. Visto até em cidades. Dorme nas chaminés residenciais ou nas cavidades em rochedos.

Andorinhão-de-sobre-cinzento {field 18}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • CLEMENTS, J. F.; The Clements Checklist of Birds of the World. Cornell: Cornell University Press, 2005.

Referências

Taperuçu-de-coleira-falha – (Streptoprocne biscutata)

O taperuçu-de-coleira-falha Streptoprocne biscutata é uma ave da família Apodidae. Ocorre em quase todo o Brasil, e também no Paraguai.

Taperuçu-de-coleira-falha {field 11}
  • Nome popular: Taperuçu-de-coleira-falha
  • Nome inglês: Biscutate Swift
  • Nome científico: Streptoprocne biscutata
  • Família: Apodidae
  • Habitat: Ocorre em quase todo o Brasil, e também no Paraguai.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos caçados em voo.
  • Reprodução: Constrói o ninho feito de líquens, musgos, pequenos galhos e penas, reforçados com saliva, nidifica geralmente em colônias, próximo a penhascos e cavernas, e em superfície vertical, como rochas ou até mesmo chaminés e paredes de edifícios.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Taperuçu-de-coleira-falha {field 19}

Características:

Mede em média 20 centímetros de comprimento. Possui um colar branco limitado a manchas na nuca e papo; cauda quadrada ou arredondada.

Possui duas subespécies reconhecidas:

  • Streptoprocne biscutata biscutata (P. L. Sclater, 1866) – ocorre no sudeste do Brasil no estado de Minas Gerais até o Paraguai e nordeste da Argentina;
  • Streptoprocne biscutata seridoensis Sick, 1991 – ocorre no nordeste do Brasil, na região do Seridó nos estados da Paraíba e Rio Grande do Norte.
Taperuçu-de-coleira-falha {field 18}

Comentários:

Frequenta floresta tropical, subtropical e temperada, úmida ou seca, de baixa ou elevada altitude. Costuma realizar voos próximos a seus ninhos, mas pode ser visto esporadicamente sobrevoando centros urbanos. Essa ave e vista, na maioria das vezes, em grupos bastante numerosos, com 50 a 100 indivíduos. Não é raro que esse número chegue a 500. Ao dormir, eles pousam em paredões próximos a quedas d’água ou em cavernas perto de algum riacho.

Taperuçu-de-coleira-falha {field 21}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • CLEMENTS, J. F.; The Clements Checklist of Birds of the World. Cornell: Cornell University Press, 2005.
  • Piacentini et al. (2015). Annotated checklist of the birds of Brazil by the Brazilian Ornithological Records Committee / Lista comentada das aves do Brasil pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos. Revista Brasileira de Ornitologia, 23(2): 91–298.

Referências

Taperuçu-de-coleira-branca – (Streptoprocne zonaris)

O taperuçu-de-coleira-branca Streptoprocne zonaris é uma ave da família Apodidae. Conhecido também como andorinhão e andorinhão-de-coleira.

Taperuçu-de-coleira-branca {field 11}
  • Nome popular: Taperuçu-de-coleira-branca
  • Nome inglês: White-collared Swift
  • Nome científico: Streptoprocne zonaris
  • Família: Apodidae
  • Habitat: Ocorre desde os Estados Unidos, América Central, as ilhas Antilhas, até à Argentina. Encontrado também em todo o Brasil.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos voadores, como besouros, borboletas, formigas e cupins de asas, capturados em pleno voo.
  • Reprodução: Constrói o ninho com fibras vegetais, musgos e pedrinhas aglutinadas com barro e saliva, é fixado em paredões e escarpas de pedras ao redor de cascatas, grutas úmidas e escuras. O casal incuba e alimenta os filhotes.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Taperuçu-de-coleira-branca {field 11}

Características:

Mede em geral entre 20 e 22 centímetros, pesando em média de 90-125g. Os taperuçus têm pés muito reduzidos que os impedem de pousar em fios de eletrificação ou galhos, como fazem as andorinhas. Esta é a maior espécie da família e sua velocidade de voo pode alcançar 100 quilômetros por hora. Possui uma envergadura de 45-55 cm. O corpo é negro uniforme com uma coleira branca que abrange todo o pescoço.

Possui nove subespécies reconhecidas:

  • Streptoprocne zonaris zonaris (Shaw, 1796) – ocorre no sul do Brasil, Bolívia, Paraguai e no norte da Argentina;
  • Streptoprocne zonaris mexicana (Ridgway, 1910) – ocorre do sul do México até Belize e El Salvador;
  • Streptoprocne zonaris bouchellii (Huber, 1923) – ocorre da Nicarágua até o Panamá;
  • Streptoprocne zonaris pallidifrons (Hartert, 1896) – ocorre no arquipélago das Antilhas no Caribe.
  • Streptoprocne zonaris subtropicalis (Parkes, 1994) – ocorre nas montanhas da Colômbia até o oeste da Venezuela na região de Mérida e também no Peru;
  • Streptoprocne zonaris altissima (Chapman, 1914) – ocorre nos Andes da Colômbia e do Equador;
  • Streptoprocne zonaris minor (Lawrence, 1882) – ocorre da Cordilheira dos Andes até a costa norte da Venezuela e na ilha de Trinidad no Caribe.
  • Streptoprocne zonaris albicincta (Cabanis, 1862) – ocorre na região tropical do sul da Venezuela e nas Guianas;
  • Streptoprocne zonaris kuenzeli (Niethammer, 1953) – ocorre na Cordilheira dos Andes da Bolívia e no noroeste da Argentina.
Taperuçu-de-coleira-branca {field 20}

Comentários:

Frequenta florestas, campos e cidades, forma grandes bandos, sobrevoando campos e florestas nas encostas das serras para capturar insetos. É uma espécie migratória.

Taperuçu-de-coleira-branca {field 18}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • CLEMENTS, J. F.; The Clements Checklist of Birds of the World. Cornell: Cornell University Press, 2012..

Referências