Caneleiro-verde – (Pachyramphus viridis)

O caneleiro-verde Pachyramphus viridis é uma ave da família Tityridae. Ocorre na Venezuela, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Argentina e Brasil.
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  • Nome popular: Caneleiro-verde
  • Nome inglês: Green-backed Becard
  • Nome científico: Pachyramphus viridis
  • Família: Tityridae
  • Habitat: Ocorre na Venezuela, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina, no Brasil podemos encontrá-los na parte central e litorânea desde o Maranhão até ao Rio Grande do Sul.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos e outros pequenos invertebrados. Ocasionalmente come pequenos frutos.
  • Reprodução: Constrói ninho esférico grande com a entrada voltada para a lateral. O macho participa assiduamente na construção, carregando junto a fêmea gravetos, folhas largas e gramíneas para o acabamento interno do ninho.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
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Características:

Mede cerca de 14 centímetros de comprimento. O macho apresenta o alto da cabeça preto, o qual é oliváceo na fêmea.

Possui duas subespécies reconhecidas pelo CBRO:
  • Pachyramphus viridis viridis (Vieillot, 1816) – ocorre do leste da Bolívia até o norte da Argentina, leste do Uruguai, Paraguai e Brasil, do Ceará até o Rio Grande do Norte, até o Tocantins e até o Rio Grande do Sul.
  • Pachyramphus viridis griseigularis (Salvin & Godman, 1883) – ocorre no sudeste da Venezuela, Guiana, no monte Roraima e no norte do Brasil, em ambas as margens do rio Amazonas, da região do baixo rio Tapajós até a Ilha de Marajó. Esta subespécie difere da subespécie nominal por não apresentar a faixa peitoral amarela, pelo ventre mais pálido e pela cauda aparentemente mais curta. Alguns autores consideram esta subespécie como uma espécie plena

Aves Brasil CBRO – 2015 (Piacentini et al. 2015); IOC World Bird List 2018; del Hoyo, J.; et al., (2016).

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Comentários:

Habita campos e clareiras com árvores esparsas, florestas de galeria, bordas de florestas e capoeiras. Vive aos pares, procurando insetos ativamente na folhagem a alturas variáveis.

Caneleiro-verde {field 8}
Referências & Bibliografia:
  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • Wikiaves – disponível em: https://www.wikiaves.com.br/wiki/caneleiro-verde Acesso em 18 Março de 2014.
  • eBird – disponível em: https://ebird.org/species/gnbbec1?siteLanguage=pt_BR Acesso em 31 de Outubro de 2014.

Anambé-branco-de-bochecha-parda – (Tityra inquisitor)

O anambé-branco-de-bochecha-parda Tityra inquisitor é uma ave da família Tityridae. Conhecido também como anambé-branco. Ocorre do México à Argentina e em todo o Brasil.

Anambé-branco-de-bochecha-parda {field 20}
  • Nome popular: Anambé-branco-de-bochecha-parda
  • Nome inglês: Black-crowned Tityra
  • Nome científico: Tityra inquisitor
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Tityrinae
  • Habitat: Ocorre em todo o Brasil. Encontrado também do México ao Panamá e em quase toda a América do Sul, com exceção do Chile e Uruguai.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de frutos, mas ocasionalmente come invertebrados, principalmente enquanto está criando filhotes.
  • Reprodução: Constrói o ninho nos ocos das árvores, entre 12 e 30 metros do chão. Geralmente nascem dois filhotes por vez, que são alimentados pelos pais à entrada do ninho. Reproduz-se de julho a dezembro
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Anambé-branco-de-bochecha-parda {field 12}

Características:

Mede em média 18 centímetros de comprimento e pesa entre 33,8 e 70 gramas. O macho apresenta os lados e o alto da cabeça pretos, as costas cinzentas e o peito branco; a fêmea tem a região anterior da cabeça amarronzada, os lados da cabeça ruivos e as costas com estrias marrom-enegrecidas.

Possui seis subespécies reconhecidas:

  • Tityra inquisitor inquisitor (Lichtenstein, 1823) – ocorre na região tropical do sudeste do Brasil, do sul do estado do Piauí até o leste do Paraguai e no nordeste da Argentina;
  • Tityra inquisitor fraserii (Kaup, 1852) – ocorre na região tropical do sudeste do México, em San Luis Potosí até a região central do Panamá;
  • Tityra inquisitor albitorques (Du Bus de Gisignies, 1847) – ocorre da região tropical do leste do Panamá até o noroeste da Bolívia e no oeste da Amazônia brasileira;
  • Tityra inquisitor buckleyi (Salvin & Godman, 1890) – ocorre na região tropical do sudeste da Colômbia, na região de Caquetá e no leste do Equador, na região de Napo-Pastaza;
  • Tityra inquisitor erythrogenys (Selby, 1826) – ocorre na região tropical do leste da Colômbia até a Venezuela, nas Guianas e no norte do Brasil;
  • Tityra inquisitor pelzelni (Salvin & Godman, 1890) – ocorre na região tropical do nordeste da Bolívia, no Brasil, do sul do Rio Amazonas até o estado do Mato Grosso.

(IOC World Bird List 2017; Aves Brasil CBRO 2015).

Anambé-branco-de-bochecha-parda {field 18}

Comentários:

Frequenta copa e as bordas de florestas úmidas ou secas, e em capoeiras e clareiras com grandes árvores. É visto normalmente aos pares e a boa altura na vegetação, pousado em galhos bem expostos. Às vezes reúne-se em grupos nas árvores com frutos, os quais constituem seu alimento principal.

Anambé-branco-de-bochecha-parda {field 18}

Referências & Bibliografia:

Caneleiro – (Pachyramphus castaneus)

O caneleiro é uma ave da família Tityridae, conhecido também como caneleiro-castanho. Ocorre da Colômbia até ao Uruguai, freqüenta bordas de florestas úmidas, capoeiras e clareiras com grandes árvores remanescentes.
Caneleiro {field 5}
  • Nome popular: Caneleiro
  • Nome inglês: Chestnut-crowned Becard
  • Nome científico: Pachyramphus castaneus
  • Família: Tityridae
  • Habitat: Encontrado em boa parte da Amazônia brasileira, tanto ao norte quanto ao sul do Rio Amazonas, e ainda da Bahia até o Rio Grande do Sul. Ocorrem também na Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai e Uruguai.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos e frutos.
  • Reprodução: Constrói o ninho esférico com a entrada voltada para baixo, preso em galhos de arvores geralmente altos. ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Caneleiro {field 5}
Características:

Mede cerca de 15 cm de comprimento. Tem coloração predominantemente castanha, a base do pescoço alaranjada, e uma faixa acinzentada partindo do olho em direção a base da cabeça.

Possui cinco subespécies reconhecidas:
  • Pachyramphus castaneus castaneus (Jardine & Selby, 1827) – ocorre no sudeste do Brasil desde o estado da Bahia e sudeste de Goiás até o leste do Paraguai e o nordeste da Argentina;
  • Pachyramphus castaneus saturatus (Chapman, 1914) – ocorre na região tropical do sudeste da Colômbia até o leste do Equador, norte do Peru e oeste da Amazônia brasileira;
  • Pachyramphus castaneus intermedius (Berlepsch, 1879) – ocorre na região tropical do norte da Venezuela da região de Falcón até Sucre e Monagas;
  • Pachyramphus castaneus parui (Phelps & W. H. Phelps Jr, 1949) – ocorre na região tropical do sul da Venezuela no Cerro Parú;
  • Pachyramphus castaneus amazonus (Zimmer, 1936) – ocorre no baixo Rio Amazonas no leste do estado do Amazonas e no Pará.

(ITIS – Integrated Taxonomic Information System, 2015).

Caneleiro {field 5}
Comentários:

Frequenta bordas de florestas úmidas, capoeiras e clareiras com grandes árvores remanescentes. Pousa bem alto, em galhos expostos, o que o torna bastante visível. Vive aos pares, não tendo o hábito de participar de bandos mistos

Caneleiro {field 5}
Referências & Bibliografia:
  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • Wikiaves – disponível em: https://www.wikiaves.com.br/wiki/caneleiro Acesso em 18 Março de 2011.
  • Wikipédia – disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Caneleiro Acesso em 31 de Outubro de 2011.

Anambezinho – (Iodopleura pipra)

o anambezinho Iodopleura pipra é uma ave da da família Tityridae. Conhecido também como anambé-de-crista. Ocorre no Brasil desde o Nordeste até ao Paraná próximo ao litoral.

Anambezinho {field 20}
  • Nome popular: Anambezinho
  • Nome inglês: Buff-throated Purpletuft
  • Nome científico: Iodopleura pipra
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Tityrinae
  • Habitat: Ocorre desde Minas Gerais a São Paulo e no Nordeste (Bahia, Alagoas, Pernambuco e Paraíba).
  • Alimentação: Alimenta-se de pequenos frutos da mata atlântica (Lauracea, Euphorbiaceae, Loranthaceae, Rubiaceae, Urticaceae, Solanaceae, Myrsinaceae entre outras) mas também pode capturar insetos e suas larvas na galharia ou apanhando-os no ar em voos curtos. Em Ubatuba/SP foi avistado forrageando em Tapiás (Alchornea glandulosa – Euphorbiaceae) e Capororocas (Myrsine coriacea).
  • Reprodução: A espécie se reproduz durante o inverno. A fêmea choca um único ovo no ninho criado sobre galhos secos e camuflado por liquens.
  • Estado de conservação: AMEAÇADO DE EXTINÇÃO
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Características:

Mede em média 9 centímetros de comprimento e pesa cerca de 10 gramas. Representante singular de asas longas, cauda curta e plumagem macia e rente. É cinzento com a garganta e as cioberteiras inferiores da cauda rosa-pardacentas, partes inferiores transfasciadas de branco e cinzento; o macho possui ao lado do peito, oculto sob a asa, um tufo de penas longas, sedosas e violáceas que faltam na fêmea. Voz: assobio agudo e bissilábico, um descendente “si-si” lembrando Euphonia chlorotica, mas ainda mais fino (chamada); uma seqüência de pios límpidos, tradutores de motivos curtos e repetidos (canto).

Possui duas subespécies reconhecidas:

  • Iodopleura pipra pipra (Lesson, 1831) – ocorre na região costeira do sudeste do Brasil nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.
  • Iodopleura pipra leucopygia (Salvin, 1885) – ocorre na região costeira do nordeste do Brasil nos estados da Paraíba, Pernambuco, Alagoas até a Bahia.

(IOC World Bird List 2017; Aves Brasil CBRO 2015).

Anambezinho {field 20}

Comentários:

Anda em casais ou pequenos grupos. Quando excitado exibe a zona lilás, eriçando-a e afastando um pouco a asa. Procria nas montanhas, depois emigrando e realizando muda completa. Espécie restrita à florestas de baixa altitude, em geral ocorre nas encostas e escarpas florestadas. Tem predileção de forragear e vocalizar nas clareiras e nas bordas destes locais. Muito mais comum no litoral mas pode ocorrer em fragmentos no interior, onde possivelmente tem sua ocorrência ignorada por seus hábitos e vocalização discretos ou sub amostragem.

Anambezinho {field 20}

Referências & Bibliografia:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • Wikiaves – disponível em: https://www.wikiaves.com.br/wiki/anambezinho Acesso em 28 Março de 2011.
  • Wikipédia – disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Anambezinho Acesso em 13 de Agosto de 2012.

Caneleiro-da-guiana – (Pachyramphus surinamus)

O caneleiro-da-guiana Pachyramphus surinamus é uma ave da família Tityridae. Ocorre no Brasil, Guiana Francesa, Suriname e Sul da Guiana.

Caneleiro-da-guiana {field 12}
  • Nome popular: Caneleiro-da-guiana
  • Nome inglês: Glossy-backed Becard
  • Nome científico: Pachyramphus surinamus
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Tityrinae
  • Habitat: Ave amazônica, ocorre na Guiana Francesa, Suriname, sul da Guiana, alguns locais da Venezuela e na região norte do Brasil. No território nacional, sua distribuição abrange o centro e o norte da Amazônia, com um recente registro no estado de Rondônia, que representa uma extensão de sua distribuição geográfica ao sudoeste da Amazônia brasileira. Espécie aparentemente local e com distribuição geográfica ainda pouco conhecida.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos, larvas e outros artrópodes. Também come frutos diversos.
  • Reprodução: Reproduz-se…
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
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Características:

Mede em média 14 cm de comprimento. Espécie com dimorfismo sexual, onde o macho é preto brilhante em toda a parte superior, com leve brilho azulado, e seu topete quando eriçado é brilhante com aparência escamosa; e a fêmea com coroa castanho-escuro, pescoço e parte superior das costas cinza pálidas, asas e cauda castanho enegrecidas. Em ambos, o bico é claro acinzentado, e os tarsos e pés cinza.

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Comentários:

Frequenta as copas de florestas úmidas e bordas de matas da Amazônia, onde se desloca aos casais e em grupos familiares. Pode passar despercebida por habitar exclusivamente a parte alta das florestas, e pelo hábito de associar-se a bandos mistos de outras aves.

Caneleiro-da-guiana {field 11}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Tijerila – (Xenopsaris albinucha)

A tijerila Xenopsaris albinucha é uma ave da família Tityridae. Ocorre no Brasil, Venezuela, Bolívia, Paraguai e Argentina.

Tijerila {field 8}
  • Nome popular: Tijerila
  • Nome inglês: White-naped Xenopsaris
  • Nome científico: Xenopsaris albinucha
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Tityrinae
  • Habitat: Ocorre em Roraima, no Pará, próximo ao Rio Trombetas, e nas regiões Nordeste e Centro-oeste, do Maranhão, Piauí, Ceará e Alagoas em direção sudoeste até o Mato Grosso do Sul. Encontrada também na Venezuela, Bolívia, Paraguai e Argentina.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos larvas e outros artrópodes caçados em meio á folhagem, ou a partir de poleiros.
  • Reprodução: Constrói o ninho em forma de tigela, preso em forquilhas, e galhos de arvores, feito com gramíneas e outras fibras vegetais.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Tijerila {field 19}

Características:

Mede em média 13 cm de comprimento e pesa cerca de 10,2 gramas. Tem o dorso de coloração cinza, asas e cauda de coloração escura, sendo que as coberteiras e rêmiges apresentam fina borda branca. A coroa é preta e apresenta uma leve crista. A nuca é clara. Os lores e a parte frontal da testa são brancos. A garganta, peito, ventre e crisso são brancos. Íris escuras, bico, tarsos e pés são cinza escuros. As fêmeas tem plumagem semelhante á dos machos da espécie, entretanto apresentam coloração ligeiramente pardacentas para a porção inferior e cinza pardacentas para a porção superior.

Possui duas subespécies reconhecidas:

  • Xenopsaris albinucha albinucha (Burmeister, 1869) – ocorre do nordeste do Brasil até o leste da Bolívia, oeste do Paraguai e norte da Argentina.
  • Xenopsaris albinucha minor (Hellmayr, 1920) – ocorre localmente no oeste e na região central da Venezuela e no extremo norte do Brasil, no estado de Roraima.

Aves Brasil CBRO – 2015 (Piacentini et al. 2015); (Clements checklist, 2014).

Tijerila {field 19}

Comentários:

Frequenta a vegetação arbustiva ao longo de rios, campos com árvores esparsas, caatingas e cerrados, apresentando alguma preferência por locais próximos à água ou pantanosos. Vive solitária, aos pares ou em bandos de até quatro indivíduos, normalmente não muito acima do solo.

Tijerila {field 11}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Caneleiro-pequeno – (Pachyramphus minor)

O caneleiro-pequeno Pachyramphus minor é uma ave da família Tityridae. Ocorre no Brasil, Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.

Caneleiro-pequeno {field 11}
  • Nome popular: Caneleiro-pequeno
  • Nome inglês: Pink-throated Becard
  • Nome científico: Pachyramphus minor
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Tityrinae
  • Habitat: Ocorre em toda a Amazônia brasileira. Encontrado também nas Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos capturados em voo. Também come frutos diversos.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo um ninho acima dos 10 m de altura do solo e tendo um formato fechado/retorcido/pendente, ambos os sexos participam dos cuidados com os filhotes.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Caneleiro-pequeno {field 23}

Características:

Mede em média 17 cm de comprimento. O macho tem as partes superiores pretas com uma mancha característica de cor rosada intensa na garganta. A fêmea possui o alto da cabeça e as costas cinzas, as asas e a cauda ferrugíneas.

Caneleiro-pequeno {field 23}

Comentários:

Frequenta a copa e nas bordas de florestas úmidas de terra firme, florestas de várzea e capoeiras. Costuma pousar alto, passando facilmente desapercebido em decorrência de seu comportamento calmo. Vive solitário ou aos pares, às vezes acompanhando bandos mistos na copa ou nas bordas de florestas.

Caneleiro-pequeno {field 20}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Caneleiro-bordado – (Pachyramphus marginatus)

O caneleiro-bordado Pachyramphus marginatus é uma ave da família Tityridae. Ocorre no Brasil, Venezuela, Guianas, Equador, Peru e Bolívia.

Caneleiro-bordado {field 20}
  • Nome popular: Caneleiro-bordado
  • Nome inglês: Black-capped Becard
  • Nome científico: Pachyramphus marginatus
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Tityrinae
  • Habitat: Ocorre em toda a Amazônia e na Mata Atlântica. Encontrado também na Venezuela, Guianas, Equador, Peru e Bolívia.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos e larvas, aparente tem predileção por grandes lagartas de borboletas e mariposas. Eventualmente também come frutos variados.
  • Reprodução: Reproduz-se…
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Caneleiro-bordado {field 20}

Características:

Mede em média 14 cm de comprimento e pesa cerca de 18 gramas. A plumagem parece um pouco do caneleiro-pretoPachyramphus polychopterus, embora tenha plumagem mais clara.

Possui duas subespécies reconhecidas:

  • Pachyramphus marginatus marginatus (M. H. C. Lichtenstein, 1823) – ocorre no leste do Brasil, desde Pernambuco até o Paraná.
  • Pachyramphus marginatus nanus (Bangs & T. E. Penard, 1921) – ocorre no sudeste da Colômbia, a leste da cordilheira dos Andes, sul da Venezuela, nas Guianas, e no norte do Brasil, do oeste do Mato grosso até o leste do Maranhão, no leste do Equador, leste do Peru e no norte da Bolívia.

(IOC World Bird List 2018; Aves Brasil CBRO 2015).

Caneleiro-bordado {field 23}

Comentários:

Frequenta as copas, segue bandos mistos de saíras e tiês, mas pode participar eventualmente de bandos mistos pelo sub dossel, juntamente de tiê-de-bandoHabia rubica e limpa-folha-coroadoPhylidor atricapillus. Ocorre em bordas e clareiras de matas secundárias, mas aparenta preferir florestas densas, úmidas e em bom estado de conservação, geralmente sendo mais comum em baixas altitudes. Segue bandos mistos que têm por espécie nuclear thamnofilídeos do gênero Thamnomanes e também ocorre ao lado de outras espécies do gênero Pachyramphus.

Caneleiro-bordado {field 23}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.
  • Piacentini et al. (2015). Annotated checklist of the birds of Brazil by the Brazilian Ornithological Records Committee / Lista comentada das aves do Brasil pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos. Revista Brasileira de Ornitologia, 23(2): 91–298.

Referências

Caneleiro-preto – (Pachyramphus polychopterus)

O caneleiro-preto Pachyramphus polychopterus é uma ave da família Tityridae. Ocorre desde a América Central até á Argentina, e em todo o Brasil.

Caneleiro-preto {field 20}
  • Nome popular: Caneleiro-preto
  • Nome inglês: White-winged Becard
  • Nome científico: Pachyramphus polychopterus
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Tityrinae
  • Habitat: Ocorre da América Central e das Guianas à Bolívia, Argentina e Uruguai, e em todo o Brasil.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos, complementando a alimentação vegetal, principalmente quando esta escasseia, por exemplo, durante as chuvas.
  • Reprodução: Constrói ninhos no alto de árvores isoladas, na forma de uma grande bola de musgo e outros materiais macios, com entrada lateral protegida e câmara incubatória pequena na parte superior. Põe em média 3 ovos por ninhada.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Caneleiro-preto {field 11}

Características:

Mede em média 15 cm de comprimento e pesa entre 19 e 21 gramas. O macho tem bico largo, a coroa, asas e cauda negras. As asas possuem linhas brancas bem visíveis. A cauda possui grandes pintas brancas na parte inferior das penas. A coloração geral é cinza, variando até o cinza escuro conforme a subespécie. As amazônicas são as mais escuras. A fêmea é verde olivácea, com bordas na asa e na cauda, de cor ferrugínea e partes inferiores amareladas.

Tem oito subespécies reconhecidas:

  • Pachyramphus polychopterus polychopterus (Vieillot, 1818) – ocorre no nordeste do Brasil, dos estados do Piauí e Ceará até os estados de Alagoas e Bahia.
  • Pachyramphus polychopterus similis (Cherrie, 1891) – ocorre na costa caribenha da Guatemala até o extremo norte da Colômbia, na região de Chocó.
  • Pachyramphus polychopterus cinereiventris (P. L. Sclater, 1862) – ocorre no norte da Colômbia.
  • Pachyramphus polychopterus dorsalis (P. L. Sclater, 1862) – ocorre na região tropical e subtropical do sudoeste da Colômbia e noroeste do Equador.
  • Pachyramphus polychopterus spixii (Swainson, 1838) – ocorre do sudeste e sul do Brasil até o Paraguai, Uruguai, leste da Bolívia e norte da Argentina.
  • Pachyramphus polychopterus nigriventris (P. L. Sclater, 1857) – ocorre na região tropical do sudeste da Colômbia, da região de Meta até o sul da Venezuela, norte da Bolívia e no oeste do Brasil, em ambas as margens do Rio Amazonas.
  • Pachyramphus polychopterus tenebrosus (Zimmer, 1936) – ocorre na região tropical do sudeste da Colômbia, da região de Caquetá até o leste do Equador e nordeste do Peru.
  • Pachyramphus polychopterus tristis (Kaup, 1852) – ocorre do nordeste da Colômbia até as Guianas e no nordeste da Amazônia brasileira, do estado de Roraima até o estado do Maranhão e sudeste do estado do Pará; também ocorre nas Ilhas de Trinidad e Tobago, no Caribe.

(IOC World Bird List 2018).

Caneleiro-preto {field 11}

Comentários:

Frequenta a beira a da mata. Regularmente segue bandos mistos de pássaros. Pousa geralmente ereto. É brigão.

Caneleiro-preto {field 11}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Caneleiro-cinzento – (Pachyramphus rufus)

O caneleiro-cinzento Pachyramphus rufus é uma ave da família Tityridae. Ocorre no Brasil, Panamá, Venezuela, Guianas, Colômbia e Peru.

Caneleiro-cinzento {field 20}
  • Nome popular: Caneleiro-cinzento
  • Nome inglês: Cinereous Becard
  • Nome científico: Pachyramphus rufus
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Tityrinae
  • Habitat: Quase toda a Amazônia brasileira. Encontrado também no Panamá, Venezuela, Guianas, Colômbia e Peru.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos e outros artrópodes.
  • Reprodução: Constrói o ninho em forma de uma bola grande, feito com gramíneas e folhas, com entrada lateral. Põe em média entre 2 e 5 ovos amarronzados com pontos escuros.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Caneleiro-cinzento {field 11}

Características:

Mede em média 13 cm de comprimento. O macho tem a cabeça preta e as costas acinzentadas e a fêmea tem cabeça ruiva e costas ferrugíneas.

Possui duas subespécies:

  • Pachyramphus rufus rufus (Boddaert, 1783) – ocorre no Leste do Panamá até a Colômbia, nas Guianas, no Leste da Amazônia brasileira;
  • Pachyramphus rufus juruanus (Gyldenstolpe, 1951) – ocorre no Sudeste do Equador até o Leste do Peru, na região de Loreto e no Oeste do Brasil.
Caneleiro-cinzento {field 11}

Comentários:

Frequenta áreas com vegetação arbórea esparsa, bordas de florestas, vegetações ao longo de rios, plantações e clareiras com árvores esparsas. Vive solitário ou aos pares, desde os arbustos baixos até próximo da copa e não costuma participar de bandos mistos.

Caneleiro-cinzento {field 23}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Anambé-branco-de-máscara-negra – (Tityra semifasciata)

O anambé-branco-de-máscara-negra Tityra semifasciata é uma ave da família Tityridae. Conhecido também como araponguinha-de-rabo-cintado.

Anambé-branco-de-máscara-negra {field 20}
  • Nome popular: Anambé-branco-de-máscara-negra
  • Nome inglês: Masked Tityra
  • Nome científico: Tityra semifasciata
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Tityrinae
  • Habitat: Ocorre na Amazônia meridional até o centro do Mato Grosso, Oeste, Sudoeste e extremo norte de Goiás, norte do Maranhão, Tocantins e Oeste do Piauí. Fora do Brasil, distribui-se até o México.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de frutos e insetos. Eventualmente também come pequenos lagartos.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo o ninho, com muito material seco, dentro de buracos em árvores. Também nidificam em ocos de pica-paus abandonados e em buracos no topo de palmeiras mortas. A fêmea pode criar de três a cinco filhotes.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Anambé-branco-de-máscara-negra {field 11}

Características:

Muito parecido com o anambé-branco-de-rabo-preto. A diferença mais marcante é a máscara negra que lhe confere o nome, além de uma larga faixa negra anteapical. A fêmea é bem parecida com o macho, exceto pela cabeça na cor pardacenta.

Tem nove subespécies reconhecidas:

  • Tityra semifasciata semifasciata (Spix, 1825) – ocorre na Amazônia brasileira ao Sul do Rio Amazonas;
  • Tityra semifasciata hannumi (Van Rossem & Hachisuka, 1937) – ocorre na região tropical árida do Noroeste do México, nos estados de Sonora e Sinaloa;
  • Tityra semifasciata griseiceps (Ridgway, 1888) – ocorre na Costa do Pacifico do México, do estado estado de Sinaloa e Durango até o estado de Oaxaca;
  • Tityra semifasciata personata (Jardine & Selby, 1827) – ocorre na região tropical árida do Leste do México, do estado de Tamaulipas até o Norte da Nicarágua.
  • Tityra semifasciata costaricensis (Ridgway, 1906) – ocorre no Sudeste de Honduras até a Nicarágua, Costa Rica e Oeste do Panamá;
  • Tityra semifasciata columbiana (Ridgway, 1906) – ocorre na região tropical do Leste do Panamá até a Colombia e Oeste da Venezuela;
  • Tityra semifasciata nigriceps (Allen, 1888) – ocorre na região tropical do Sudoeste da Colômbia, na região de Nariño e no Noroeste do Equador;
  • Tityra semifasciata fortis (Berlepsch & Stolzmann, 1896) – ocorre do Sudeste da Colômbia até o Sudeste do Peru, Norte da Bolívia e Oeste da Amazônia brasileira;
  • Tityra semifasciata deses (Bangs, 1915) – ocorre no Sudeste do México, na península de Yucatán.
Anambé-branco-de-máscara-negra {field 23}

Comentários:

Frequenta bordas de capões e palmeiras. Na Amazônia prefere as áreas alagadas como várzea e igapó. Na terra firme é substituída por Tityra cayana.

Anambé-branco-de-máscara-negra {field 19}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Anambé-de-coroa – (Iodopleura isabellae)

O Anambé-de-coroa Iodopleura isabellae é uma ave da família Tityridae. Ocorre no Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Equador e Bolívia.

Anambé-de-coroa {field 11}
  • Nome popular: Anambé-de-coroa
  • Nome inglês: White-browed Purpletuft
  • Nome científico: Iodopleura isabellae
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Tityrinae
  • Habitat: Ocorre na Amazônia brasileira, tanto ao norte do Rio Amazonas (somente do Rio Negro para oeste) quanto em toda a região ao sul. Encontrado também na Venezuela, Colômbia, Peru, Equador e Bolívia.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos e frutos.
  • Reprodução: Reproduz-se…
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Anambé-de-coroa {field 23}

Características:

Mede em média 11,5 cm de comprimento e pesa entre 19,8 e 20,2 gramas. Tem a coloração geral cinza amarronzada. A cabeça apresenta a coroa preta, faixa branca pós ocular, faixa branca vertical entre o bico e os olhos, garganta branca e faixa malar escura. A bochecha, nuca e as laterais da garganta são cinzentas. O manto e asas são cinzentas, e apresenta as rêmiges primárias pretas. Olhos escuros. Bico curto e também escuro. Os flancos são escamados e o peito e o ventre apresentam uma larga faixa branca. Crisso e uropígio também são brancos. A cauda é curta e a coloração das retrizes é cinza escuro, quase preta.

Possui duas subespécies:

  • Iodopleura isabellae isabellae (Parzudaki, 1847) – ocorre do Sudeste da Colômbia até o Leste do Equador, Leste do Peru, Norte da Bolívia e Norte do Brasil;
  • Iodopleura isabellae paraensis (Todd, 1950) – ocorre no Norte do Brasil, do Rio Tocantins até o estado do Pará e de Goiás.

(Clements checklist, 2014).

Anambé-de-coroa {field 19}

Comentários:

Frequenta a copa e as bordas de florestas úmidas, tanto na várzea como em terra firme. Vive freqüentemente aos pares, às vezes em grupos pequenos.

Anambé-de-coroa {field 18}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Flautim-marrom – (Schiffornis turdina)

O flautim-marrom Schiffornis turdina é uma ave da família Tityridae. Ocorre no Brasil, Peru, Bolívia, Equador, Colômbia, Panamá, México, Nicarágua, Suriname, Guiana Francesa e Costa Rica.

Flautim-marrom {field 20}
  • Nome popular: Flautim-marrom
  • Nome inglês: Thrush-like Schiffornis
  • Nome científico: Schiffornis turdina
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Schiffornithinae
  • Habitat: Ocorre no sudeste da Amazônia brasileira ao sul do rio Amazonas e a leste do rio Madeira, nos estados do Amazonas, Pará, Roraima, Mato Grosso, Tocantins e Maranhão, e na Mata Atlântica, de Pernambuco em direção sul até o Espírito Santo, Rio de Janeiro e leste de Minas Gerais.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos, mas também come grandes lagartas e frutos com caroço volumoso. Pousa em ramos verticais a cerca de 1 ou 2 metros de altura, observando os arredores em busca de presas.
  • Reprodução: Reproduz-se construindo um ninho em uma concavidade de um tronco partido, sendo acolchoado com folhas secas. Põe 2 ovos amarelados marcados de marrom e lilás. A fêmea constrói o ninho sem a ajuda do macho.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Flautim-marrom {field 11}

Características:

Mede em média 16 cm de comprimento e pesa entre 28 e 35 gramas. Todas as subespécies tem plumagem semelhante, sendo principalmente marrom ou verde-oliva marrom, com a porção ventral mais pálida. Uma característica da espécie são os grandes e proeminentes olhos escuros.

Tem onze subespécies reconhecidas: 

  • Schiffornis turdina veraepacis (P. L. Sclater & Salvin, 1860) – ocorre na costas caribenha do sudeste do México até o sul da Nicarágua, e em ambas as costas da Costa Rica.
  • Schiffornis turdina dumicola (Bangs, 1903) – ocorre nas regiões oeste e central do Panamá.
  • Schiffornis turdina panamensis (Hellmayr, 1929) – ocorre nas planícies das regiões central e leste do Panamá e no noroeste da Colômbia.
  • Schiffornis turdina acrolophites (Wetmore, 1972) – ocorre no extremo leste do Panamá, na região do Cerro Tacarcuna e nas áreas adjacentes de planalto e montanhas do Noroeste da Colômbia.
  • Schiffornis turdina rosenbergi (Hartert, 1898) – ocorre na costa do Oceano Pacifico do oeste da Colômbia até o extremo noroeste do Peru.
  • Schiffornis turdina stenorhyncha (P. L. Sclater & Salvin, 1869) – ocorre nas regiões norte e nordeste da Colômbia e no norte da Venezuela.
  • Schiffornis turdina aenea (J. T. Zimmer, 1936) – ocorre nas encosta leste da Cordilheira dos Andes no Equador e na região adjacente do norte do Peru.
  • Schiffornis turdina wallacii (P. L. Sclater & Salvin, 1867) – ocorre no Suriname, na Guiana Francesa e no Leste da amazônia brasileira (na região do baixo Rio Negro até o Amapá e, sul do Amazonas, do Rio Tapajós e baixo Rio Teles Pires até o estado do Maranhão.
  • Schiffornis turdina steinbachi (Todd, 1928) – ocorre no sudeste do Peru e no norte da Bolívia.
  • Schiffornis turdina intermedia (Pinto, 1954) – ocorre no leste da região nordeste do Brasil, nos estados da Paraíba, Pernambuco, Alagoas.
  • Schiffornis turdina turdina (Wied, 1831) – ocorre na região sudeste do Brasil do sul do estado da Bahia até o sul do estado do Espírito Santo.

(ITIS – Integrated Taxonomic Information System, 2015), (del Hoyo, J. 2014).

Flautim-marrom {field 23}

Comentários:

Frequenta o estrato inferior de florestas úmidas e capoeiras altas. Dificilmente é visto, embora sua vocalização possa ser ouvida com freqüência. Vive solitário, acompanhando bandos mistos apenas raramente.

Flautim-marrom {field 12}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Flautim – (Schiffornis virescens)

O flautim Schiffornis virescens é uma ave da família Tityridae. Ocorre no Brasil, Paraguai e Argentina.

Flautim {field 11}
  • Nome popular: Flautim
  • Nome inglês: Greenish Schiffornis
  • Nome científico: Schiffornis virescens
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Schiffornithinae
  • Habitat: Ocorre no Sudeste do Brasil, desde o Sul da Bahia e Goiás até o Paraguai e também no Nordeste da Argentina;
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de frutos e insetos. Empoleira-se com frequência em galhos verticais próximos a serrapilheira.
  • Reprodução: Reproduz-se..
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Flautim {field 23}

Características:

Mede em média 15 cm de comprimento. Em campo, distingue-se o anel ocular claro, corpo verde-oliva, asa e cauda pardas marrom

Flautim {field 11}

Comentários:

Frequenta as florestas úmidas, matas mesófilas e matas de araucária. Solitário ou aos pares, segue bandos mistos nos extratos baixo e médio.

Flautim {field 20}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.

Referências

Chibante – (Laniisoma elegans)

O chibante Laniisoma elegans é uma ave da família Tityridae. Conhecido também como assobiador.

Chibante {field 11}
  • Nome popular: Chibante
  • Nome inglês: Shrike-like Cotinga
  • Nome científico: Laniisoma elegans
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Schiffornithinae
  • Habitat: Ocorre no Brasil nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de lagartas e insetos encontrados na galharia, eventualmente também se alimenta de frutos.
  • Reprodução: Hábitos reprodutivos ??
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Chibante {field 11}

Características:

Mede em média entre 19,5 e 20,5 centímetros de comprimento e pesa entre 41 e 51,3 gramas. Os machos possuem o alto da cabeça preto e o ventre amarelo, com as pintas espalhadas pelo peito e flancos. Já as fêmeas tem o alto da cabeça verde e todo o ventre (da garganta ao uropígio) é pintado. Tem olhos grandes como uma adaptação à falta de luz seu ambiente sombrio.

Chibante {field 11}

Comentários:

Frequenta floresta, quase sempre pelo estrato médio e sub copas. Realiza migrações altitudinais nestes locais, podendo aparecer em regiões serranas ou de baixada em determinadas épocas do ano. É observado com mais frequência em ambientes íngremes e sombrios como as encostas da Serra do Mar, Serra da Bocaina e Serra dos Órgãos.

Chibante {field 11}

Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • CLEMENTS, J. F.; The Clements Checklist of Birds of the World. Cornell: Cornell University Press, 2005.

Referências

Anambé-branco-de-rabo-preto – (Tityra cayana)

O anambé-branco-de-rabo-preto Tityra cayana é uma ave da família Tityridae. Conhecido como araponguinha e araponguinha-de-rabo-preto. Ocorre em todo o Brasil e também em quase todos os países da América do Sul, com exceção do Chile e Uruguai.

Anambé-branco-de-rabo-preto Foto – Edgard Thomas
  • Nome popular: Anambé-branco-de-rabo-preto
  • Nome inglês: Black-tailed Tityra
  • Nome científico: Tityra cayana
  • Família: Tityridae
  • Subfamília: Tityrinae
  • Habitat: Ocorre em todo o Brasil e também em quase todos os países da América do Sul, com exceção do Chile e Uruguai.
  • Alimentação: Alimenta-se principalmente de frutos, mas também de insetos.
  • Reprodução: Constrói o ninho em cavidades de troncos mortos ou em buracos de pica-paus, forrando-o com folhas e pequenos gravetos.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Anambé-branco-de-rabo-preto Foto – Edgard Thomas

Características:

Mede cerca de 22 cm de comprimento e pesa em torno de 69 gramas. Tem a cabeça na cor preta. Esta mancha negra chega até abaixo do olho. Possui uma região na face de pele nua ao redor dos olhos de cor rosa avermelhada. O dorso e uropígio são brancos e as partes inferiores da asa e da cauda são pretas. O peito, ventre e crisso são brancos. O bico é robusto de cor cinza, mas apresenta a base rosada. Olhos escuros, tarsos e pés cinza azulados. As fêmeas têm uma coloração prateada com abundantes estrias escuras tanto no dorso e uropígio quanto na garganta, peito ventre e crisso. A cabeça, dorso e uropígio apresentam uma tonalidade cinza amarronzado mais escura que o peito e ventre. Os imaturos tem a plumagem similar a plumagem das fêmeas.

Possui duas subespécies reconhecidas:

  • Tityra cayana cayana; (Linnaeus, 1766) – ocorre do Leste da Colômbia até o Norte da Bolívia, nas Guianas, no Norte do Brasil; ocorre também na Ilha de Trinidad no Caribe;
  • Tityra cayana braziliensis (Swainson, 1837) – ocorre no Leste do Brasil, do estado do Maranhão até o Leste do Paraguai e no Nordeste da Argentina.

(Clements checklist, 2014), Aves Brasil CBRO – 2015 (Piacentini et al. 2015).

Anambé-branco-de-rabo-preto Foto – Edgard Thomas

Comentários:

Frequenta a copa e as bordas de florestas úmidas, capoeiras, florestas de galeria, clareiras com árvores esparsas e plantações. Pousa alto em galhos expostos, tornando-se bastante visível. Vive aos pares, em pequenos grupos espalhados e com menor frequência, solitários. É agressivo e raramente observado junto a outras aves.

Anambé-branco-de-rabo-preto Foto Flávio Pereira

Referências bibliográficas:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • Wikiaves – disponível em http://www.wikiaves.com.br/anambe-branco-de-rabo-preto Acesso em 18 maio 2016.
  • UNICENTRO – disponível em: https://sites.unicentro.br/wp/manejoflorestal/15165-2/ Acesso em 31 de Outubro de 2014.

Caneleiro-de-chapéu-preto – (Pachyramphus validus)

O caneleiro-de-chapéu-preto Pachyramphus validus é uma ave da família Tityridae. Conhecido como caneleiro-de-chapéu-negro e caneleiro-de-crista.

Caneleiro-de-chapéu-preto {field 18}
  • Nome popular: Caneleiro-de-chapéu-preto
  • Nome inglês: Crested Becard
  • Nome científico: Pachyramphus validus
  • Família: Tityridae
  • Sub-família: Tityrinae
  • Habitat: Ocorre em quase todo o Brasil. Encontrado também na Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai e Peru.
  • Alimentação: Alimentam-se basicamente de insetos, invertebrados e frutinhos. Associam-se a bandos mistos, embora busquem alimento de maneira isolada também, possuem pousos preferidos na mata e, uma vez localizados, deixam-se observar nos longos períodos em que ficam à espreita de insetos em movimento.
  • Reprodução: Constrói um ninho grande, de fibras vegetais, com a entrada na parte lateral e a câmara de ovipostura na parte superior. O macho, às vezes, auxilia na construção do ninho, mas só a fêmea incuba os ovos que podem ser verde-oliva, pardo-claros ou cinzas com manchas pardo-enegrecidas. O tempo de incubação é, provavelmente, de 18 ou 19 dias e os filhotes são alimentados pelo casal.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Caneleiro-de-chapéu-preto {field 18}

Características:

Macho todo escuro, negro em parte das costas e cabeça, acinzentado na região ventral. Nas asas, algumas penas brancas, raramente visíveis à distância. Fêmea marrom, mais clara na região ventral. Na cabeça, o característico topo cinza escuro, em forte contraste com o corpo. Área clara na frente dos olhos, característica semelhante às outras espécies desse gênero, mas virtualmente invisível no macho. Dignas de menção são uma das suas rêmiges primárias muito alterada e a mancha branca do dorso, só visível quando as penas são levantadas como acontece também com vários formicarídeos. O seu canto lembra o dos beija-flores, sendo o canto da fêmea mais melodioso que o do macho, uma exceção no mundo das aves. Raramente emitem um chamado baixo, anasalado.

Possui duas subespécies:

  • Pachyramphus validus validus (Lichtenstein, 1823) – ocorre da região tropical Leste da Bolívia até o Nordeste da Argentina, Paraguai e Leste do Brasil;
  • Pachyramphus validus audax (Cabanis, 1873) – ocorre no Sul do Peru, da região de Ayacucho até a Bolívia e Noroeste da Argentina.
Caneleiro-de-chapéu-preto {field 20}

Comentários:

Frequenta mata ciliar, cerradão ou mata seca, bem como logo abaixo da copa e na parte média da mata.

Caneleiro-de-chapéu-preto {field 20}

Referências & Bibliografia:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • Wikiaves – disponível em: https://www.wikiaves.com.br/wiki/caneleiro-de-chapeu-preto Acesso em 28 Março de 2010.
  • Wikipédia – disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Caneleiro-de-chapéu-preto Acesso em 13 de Agosto de 2009.