Fruxu-baiano – (Neopelma aurifrons)

O fruxu-baiano Neopelma aurifrons é uma ave da família Pipridae. ++Ameaçado de extinção++. Espécie endêmica do Brasil. Ocorre na Mata Atlântica, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Fruxu-baiano {field 28}
  • Nome popular: Fruxu-baiano
  • Nome inglês: Wied’s Tyrant-Manakin
  • Nome científico: Neopelma aurifrons
  • Família: Pipridae
  • Sub-família: Neopelminae
  • Habitat: Ocorre na Mata Atlântica, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
  • Alimentação: Alimenta-se basicamente de insetos e frutos, coletadas na folhagem em voos de curto alcance.
  • Reprodução: Reproduz-se nidificando em bancos e sob raízes suspensas.
  • Estado de conservação:

    Vulnerável

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Características:

Tem coloração geral amarelo esverdeada, barriga amarela, cabeça acinzentada.

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Comentários:

Frequentam o interior de florestas primárias e antigas, secundárias de baixa altitude bem desenvolvidas (geralmente numerosas árvores com mais de 50 centímetros de diâmetro), às vezes forrageando perto das bordas da floresta, em altitudes abaixo de mil metros. Estudos apontam que é historicamente mais abundante em florestas primárias do que secundárias. Os espécies gostam de pousar em galhos finos e horizontais em áreas sombreadas relativamente abertas no sub-bosque, geralmente entre 3,5 e sete metros, onde cantam.

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Consulta bibliográfica sobre a espécie:

  • FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec – Ecologia Técnica Ltda.
  • SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.
  • Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.
  • ITIS – Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
  • CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2016.

Referências